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- Blog: Cronicas e Contos de RPG - Eduardo Teixeira (textos protegidos, sua reprodução é proibida sem a autorização prévia do autor).

SOBRE A LEITURA: VAMOS LER, POIS LER É APRENDER.


A importância da leitura vem a cada dia ganhando força em seus diversos segmentos, pois é um dos requisitos básicos na aprendizagem do indivíduo. O ato de ler é muito importante, pois a leitura vem aos poucos contribuir para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos a extensão e a profundidade de cada texto lido.

Quem lê muito escreve bem

Não há como negar que ler contribui para a desenvoltura na escrita, pois vamos incorporando bons modelos de estruturação das ideias, ampliando repertórios, conhecendo novas palavras. Porém, é comum encontrarmos pessoas que leem muito, mas encontram dificuldades para escrever. Pode ser que isso ocorra pela qualidade da leitura. A leitura para a apreensão de conteúdos é básica; no entanto, se também prestarmos atenção na forma como os textos são compostos, podemos usufruir de todo o conhecimento a respeito da linguagem que uma leitura efetiva pode proporcionar e, assim, vamos nos tornando capazes de compor bons textos.

Vale a dica: Estar atento aos modos particulares de escrever dos diferentes autores, em especial daqueles que apreciamos, pode ser um prazer a mais na leitura. Pensar em como você próprio escreveria sobre o tema (e aventurar-se a escrever!), valendo-se do conhecimento dessas inúmeras possibilidades, ajuda-o no aperfeiçoamento de sua própria escrita.
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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

MEU BG - Vibe





RAÇA: Elfo Sangrento

CLASSE: Ladino

SUBCLASSE: Assassino

GUILD: THE WALKING DEAD





História do personagem:

Nascido com o povo de seu pai, o povo dos elfos sangrentos 'rebeldes', no extremo sul, o gêmeo Vibe foi o escolhido e raptado por Édipo, um poderoso demonista, para ser sacrificado em nome de Demônios.

Seu irmão, Philis foi entregue nos braços de sua mãe, Elena, enquanto mentiam sobre a morte do outro gêmeo.

O ritual profano seria realizado por Édipo na cidade dos elfos sangrentos Silvermoon. Seria, se não fosse a intervenção dos elfos daquele lugar. Todos morreram. Os elfos, então, acolheram a criança que seria sacrificada julgando ser este o destino dele.

(Vibe não conhece os fatos até aqui descritos, pois os elfos sangrentos nunca lhe contaram).

***

Só soube que fui acolhido por elfos sangrentos quando ainda sequer sabia falar. Na minha alma, eu sempre me perguntava o porque disso. Essa palavra, “acolhido”, é um exagero, claro. Os elfos, extremamente xenófobos, nunca admitiram a permanência de outro “estranho”, além de mim, nas suas sagradas terras. Nunca recebi o carinho de qualquer “mãe” e continuamente sofria perseguições das outras crianças élficas na minha infância, alem de ser chamado de 'rebelde'.

Sempre soube que era adotado, o velho Ladino, fazia questão de me dizer isso a cada oportunidade. Entende meus questionamentos agora? Será que o morrer abandonado não teria sido menos sofrido? Nessa época, realmente, não me importava em fazer o trabalho pesado, numa tentativa desesperada de uma criança em ser aceita. Todo meu trabalho era nada para eles... Toda a minha infância, nunca haviam me ensinado o Élfico, nem letras nem palavras. Aprendi a falar sozinho.

Como eu era mais forte que eles na média, fui designado para ser treinado. Muitos deles confiavam na magia arcana e outros espadas ou adagas. Queriam que me tornasse um mago algo assim, porém a essa altura já estava revoltado com a maneira como todos me tratavam e rejeitei o treinamento. Obviamente, fui punido. Como punição, me colocaram na escória de toda a sua sociedade, a pior ocupação para um elfo: eu seria um lenhador. Era engraçado, cômico mesmo, já que no inverno todos precisavam de lenha.

Bom eu já dominava o uso de adagas e conhecia tudo sobre venenos mortais, poderia me camuflar nas sombras, abria qualquer fechadura, entrava e saia de qualquer lugar e faço isso sem que ninguém me veja...

Como nas outras estações eu ficava mais livre e, embora os elfos mais jovens jamais admitissem, era muito inteligente, por isso fui recebido como pupilo por Kiraji (Jogador e meu mestre só para constar, ele faz parte da história sim) um morto vivo. Poucos realmente ficavam. Passei então a acreditar nas palavras que o velho sempre dizia: “só é abençoado os escolhidos. Os outros são leigos, nada mais”.

Kiraji me ensinou a escrita élfica, e todas as linguas das raças da horda, a arte de um assassino, sobre venenos e princípios de teoria mágica. Aos cento e treze já havia dominado a língua élfica, a lógica dos números e me tornei um bom ladrão, mesmo que sem ninguém saber. Foi aí que recebi meu primeiro sobrenome - Timeless, que significa “meia-luz”. Nunca mais parei de aprender. Conheci a manipulação de adagas e todas as habilidades de um ladino, apesar da dificuldade em me concentrar. Sobre me camuflar perante os inimigos eu não tinha mais o que aprender pois já sabia tudo e também estava ciente que eu era um elfo ladino, as sombra era minha companheira. Dentro de um ano iria começar a aprender habilidades mortais e bem avançadas. Sim, ainda que essa ideia desagradasse sobremaneira os elfos. Isso me aborrecia, mas sempre confiei no meu mestre morto vivo (afinal ele me ensinou muito e me apoiou). Nessa época, eu tinha pouco mais que cento e quinze anos.

Os anos se passam e eu me tornei mais forte do que esperava e então saio em busca de aventura...

***

Em alguns momentos, nós controlamos o nosso destino. Foi assim que, deixando o povo dos elfos, depois de tantos anos de lutas e aventuras, busquei conhecer o mundo que me foi negado quando era criança. Nunca soube sobre o paradeiro de meus verdadeiros pais, nem verdades, nem boatos. Talvez os elfos soubessem.

Resolvi, então, seguir minha jornada. Não foi fácil, tive que me unir a um grupo de aventureiros que seguiam na mesma direção. Um undead, varios elfos, um troll, um orc e um panda.

E assim começa as nossas aventuras... Aprendi muito com meus companheiro... Enfrentei dezenas de aventuras e riscos. Conheci a rivalidade entre horda e aliança. Li muito para conhecer as raças inimigas e aliadas.

***
Quem sabe o que Kael'thas Andassol guarda para o futuro?

AUTOR: Eduardo Teixeira

Jogador ( Vibetimeless )

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