Páginas

ATENÇÃO

- Blog: Cronicas e Contos de RPG - Eduardo Teixeira (textos protegidos, sua reprodução é proibida sem a autorização prévia do autor).

SOBRE A LEITURA: VAMOS LER, POIS LER É APRENDER.


A importância da leitura vem a cada dia ganhando força em seus diversos segmentos, pois é um dos requisitos básicos na aprendizagem do indivíduo. O ato de ler é muito importante, pois a leitura vem aos poucos contribuir para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos a extensão e a profundidade de cada texto lido.

Quem lê muito escreve bem

Não há como negar que ler contribui para a desenvoltura na escrita, pois vamos incorporando bons modelos de estruturação das ideias, ampliando repertórios, conhecendo novas palavras. Porém, é comum encontrarmos pessoas que leem muito, mas encontram dificuldades para escrever. Pode ser que isso ocorra pela qualidade da leitura. A leitura para a apreensão de conteúdos é básica; no entanto, se também prestarmos atenção na forma como os textos são compostos, podemos usufruir de todo o conhecimento a respeito da linguagem que uma leitura efetiva pode proporcionar e, assim, vamos nos tornando capazes de compor bons textos.

Vale a dica: Estar atento aos modos particulares de escrever dos diferentes autores, em especial daqueles que apreciamos, pode ser um prazer a mais na leitura. Pensar em como você próprio escreveria sobre o tema (e aventurar-se a escrever!), valendo-se do conhecimento dessas inúmeras possibilidades, ajuda-o no aperfeiçoamento de sua própria escrita.
Ocorreu um erro neste gadget

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Military Base-Mission:17 - Os 1a F.T.M. - M:17




”Largue isso. Eu não quero ouvir a história da sua vida, e não me importo nem um pouco com o que a sociedade fez com você. Eu só quero ver esta arma no chão AGORA, antes que eu te abra uma narina extra.”


Na Era da missão:17, uma força militar coesa era tudo o que o governo possuia para manterem-se livres da falha da missão:16. Um exército poderoso com armas incriveis e inigualáveis, pois através deles seriam capazes de conquistarem a cidade e manter e destruir a falha da missão:16.


Nestes tempos difíceis, onde CyberRats se tornou algo tão banal quanto escovar os dentes, e uma população armada vive em eterno clima de guerra.

Nos velhos tempos, a escória das ruas atirava nos policiais. Hoje em dia, eles terão sorte se levarem apenas um tiro: Os CyberRats fazem um AR-15 parecer brinquedo de criança. Mas é pra isso que eles estão lá - para pegar os piores setores, aonde soldado comum não vai, onde o melhor que pode aparecer é um psicopata saindo do esgoto disparando tiros. Prédios queimados, carros abandonados e restos de casas comerciais fazem sua trincheira habitual. Ou há aqueles que acabam no agindo sozinhos, indo caçar aqueles que eles acham suspeito, talvez aquele senhor seja suspeito , ou talvez aquela moça cheio de sangue pelo corpo poderia ter feito algo de errado. Mas não importa muito: seja qual for o preço a pagar pela manutenção da lei em suas terras - em balas ou em sangue - ele têm o bastante.

Em todas as guerras, sempre há aqueles que se destacam dos simples soldados, aqueles que com seus feitos e atos mudam o destino de muitos, e estes estão destinados a serem reverenciados pela história. Aí entra 1a F.T.M. - M:17!







Autor: Eduardo Teixeira

Military Base-Mission:17 - Os CyberRats M:16


Vindo de uma experiência, grandes sábios da CyberTecnologia, soldados poderosos com grande poder de fogo e força em um só corpo... Ex-humanos e agora Maquinas, muitos mais maquinas do que humanos e outros pouco se vê a sua parte Cyber. Porque eles? Agora se revoltam com o mundo em sua volta, e lutam para sobreviver.

Aqui a sobrevivência requer um tipo especial de pessoa: duro, esperto,mau, sujo... e com um pouco de sorte. Tudo aqui é ação e reação. Fique parado e o mundo passa por você — ou sobre você — ou o devora no almoço. Confiança? Confiança é para os tolos.
Qualquer um é capaz de esfaqueá-lo por meia dúzia de cervejas ou por um almoço.
É preciso ser rápido. Há negócios a realizar e coisas a fazer. Se você estiver numa boa pela cidade, pode apostar que haverá um bando soldados da "1a F.T.M. - M:17" prontos a deixá-lo sangrando na sarjeta. Bem vindo à fronteira aonde terá que superar todos seus limites, esse é o mundo dos CyberRats M: 16.


”No meio da cidade, eu não estava me importando tanto - nós estávamos aproveitando nossa batalha contra o exercito M:17, e o cyberbraço novo se pagou nos dois primeiros tiroteios. Assim me levaram para o esgoto , e quando eu acordei, estava sem minhas pernas. Eles me deram duas opções: ser um aleijado numa cadeira de rodas, ou ter duas pernas novas e uma nova missão. Como você pode ver, eu escolhi a segunda…”

>>> Lutar é que eles melhor sabem fazer, estes samurais urbanos modernos são assassinos de aluguel natos, matadores, estrategistas, fortes, muitos com habiliadedes que um humanos não poderá ter, antigos soldados que se tornaram maquinas impiedosas.<<<

Renascido com uma arma na mão, os CyberRats cumpre os papéis de matador, saqueadores, mercenário… A elite das máquinas de guerra no mundo da tecnologia. Quase todos tiveram alguma experiência militar, sendo cobertos gradualmente por medalhas. É uma boa vida, mas com um preço alto: seus reflexos assassinos são tão altos que você tem que se conter para não perder o controle de uma hora para outra, os anos consumindo drogas de combate o deixam tão viciado que você não é capaz de confiar em ninguém - especialmente na sua mãe.









Autor: Eduardo Teixeira

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Military Base-Mission:17

((Essa cronica é em especial para: Hiryu Moonwall e Akina Mhia, Donos de uma ilha de RPG da qual estou postando as Cronicas aqui no Blog. Bom essa ilha é super show e com uma história boa, meio Cyberpunk misturado com exercito e outros. Boa leitura!))





O dia estava calmo na cidade, pessoas andavam normalmente. Cientistas do governo terminavam a missão:16, a maior missão que o governo já teve em suas mãos. Algumas semanas após confirma que tudo estava seguro começaram a finalizar a missão e um exercito Cyber estava montado e outros soldados estavam pra vir,trazendo ao mundo a cybertecnologia, tudo estava ocorrendo perfeitamente... Porém não esperavam os resultados catastróficos...

[Via radio (Soldado)] - Senhor !! Eles são muitos!! creio que não vamos conseguir mas o que !? *Tiros e gritos davam para serem escutados do radio Haaa ha...ha..ha..ha...ha! Ofegante *

[Estação de Controle (Comandante)] - O que houve soldado ? depois de alguns chiados e nada. Me responda soldado !! *Arrgh!*

Nada mais era escutado e o radio não funcionava mais, o comandante irritado colocava sua cabeça sobre a mesa e se sentava na cadeira, a situação estava grave, a estação de controle não tinha mais informações sobre os soldados, um exercito especial de resgate e destruição teria de ser mandado para lá o quanto antes.

Comandante: - Quero que envie o exercito especial do governo e coloquem de pé a missão:17. Quero a cidade fechada e cercada!!!!!

Um soldado próximo então ficava com a mão na cabeça e esperava as ordens do Comandante

Soldado: - Sim senhor!

O soldado saira dali levando a informação consigo mesmo e o Comandante esfregava a cabeça retirando seu chapéu.

Comandante: - Muitos problemas estão por vir ainda...


A partir deste dia a cidade estava sobre o caos total, a missão:17 foi enviada para destruir a missão:16 e cuidar da cidade e dos moradores. A missão: 16 terão que sobreviver e lutar com todas as forças.


Se o seu cérebro fosse colocado dentro de um corpo mecânico, você ainda seria humano? Se você acha que não, onde está a linha divisória? Os personagens das campanhas "Military Base-Missão:17" terão que estar preparados e aptos a lidar com a tecnologia em todos os níveis, de uma garrafa de cerveja quebrada a um traje de combate militar. O segundo elemento encontrado na maior parte das obras do jogo é o confronto entre M:16 vs M:17. A cidade é dividida em dois grupos militares, com um imenso abismo entre eles.



Bem vindo à fronteira... e cuidado com seu próximo passo!






Autor: Eduardo Teixeira

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O técnico Cybercirugião, Um Deus da cybertecnologia - O conto


Um medico obscuro, nada que ele não posso curar no corpo humano mais nada que ele não possa arrumar , colocar um braço novo só que com uma nano espada , pernas novas que fazer andar como se fosse uma moto e assim por diante. Sempre em paz com a vida leva sua vida sem preocupações e seu trabalha é feito super bem e direitinho.
Um medico contratado para fazer paradas de bairro em bairro leva seus clientes a qualquer lugar para curar seu corpo tanto fisicamente como cybertecnicamente.Maneja as armas de fogo para se livrar das possíveis ameaças das criaturas , tendo um grande quantidade de armas a sua disposição. Passou a sua vida inteira na estrada a levar clientes para todos os cantos e desenvolvendo a mistura de homem e maquina. Jamais se preocupou com nada além da cidade mais próxima e do próximo cliente que tinha de pegar. Aprendeu muito com seus clientes de todos os tipos e costuma tocar violão para seus clientes como forma de entretelos. Além disso, aprendeu um pouco do manejo de espadas com seu parceiro e sabe empunhar uma arma de fogo com certa maestria. Se viu em meio a cidade cheia de pedaços dos seus antigos clientes que foram mortos durante um breve ataque de criaturas na cidade. Ele acostou ao pé da cidade para resolver alguns problemas com outro cliente que morava ali perto. Seu veiculo foi invadido pelos morto-vivos e destruído. Sua única opção foi adentrar na cidade para ter seu dinheiro de volta pelo seu meio de vida que era seu único pertence. Sua tecnologia medica. Assim se viu obrigado a ficar na quela região, vivendo lutando em uma cidade estranha, grande, má e dominada por forças incompreensíveis.




AUTOR: Eduardo Teixeira

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A primeira das novas noites



notório o comportamento de certos indivíduos quando se vêem em um local novo, onde não conhecem ninguém. Provavelmente você, leitor, já deve ter sentido isso alguma vez quando na época de escola, teve que mudar de sala, ou chegou a uma escola nova. Ou ainda, quando chegou a um lugar que nunca tinha ido antes e não conhecia ninguém. O que é notório foi de como esses vampiros reagiram ao desconhecer tudo a seu redor...

Depois de muitas horas de caminhada pesada, chegam a um novo local (A chamada Nova Lendas Urbanas) os vampiros leidiane Daxter, Fabinho Neox e wandinho Blackheart. Eles não se lembravam de como haviam chegado ali, só se lembravam de que os três estavam juntos naquela aventura de desvendar novos locais.

Eles não se sentiam bem , ainda. A necessidade por sangue mais aguda ainda era um sintoma do vírus que carregavam. Mesmo que ele estivesse ficado para trás, na antiga cidade, demoraria ainda algumas noites para que tudo voltasse ao perfeito estado de morte natural, e os vampiros pudessem o manipular o sangue com a perícia e sutileza que desde que se entendem por mortos-vivos, faziam.

Depois de se indagarem sobre onde estariam, num sentimento de “uma lavagem cerebral em mim”, eles partem para a praça, sentindo certas afinidades entre si, afinal de contas, os três eram vampiros. Wandinho olha ao redor e vê um prédio abandonado. Ele parte para o interior e é acompanhado pela linda aparente jovem leidiane Daxter e o mal humorado e de personalidade forte, Fabinho Neox.

Wandinho conclui. Eles estavam dentro de um antigo necrotério, e ali iriam se estabelecer. O Seguidor de Set ainda tinha dúvidas sobre o local, sobre o aparecimento do seu grande medo: O sol. Sua decisão também é acompanhada pelos dois vampiros que com ele chegaram.

Eles vão adentrando cada vez mais o necrotério, e descobrem o terraço do prédio. Os vampiros admiram a vista, e logo saltam dali, partindo para a tarefa que mais gostavam, e que os permitia continua espalhando sangue inocente pelas ruas, agora novinhas, matar.
A noite naquele novo local prometia ser bem interessante. Interessante em certo ponto de vista. Na visão de quem seria morto sem piedade, aquilo não tinha nenhuma graça, porém na visão de quem mata, sempre fica um gostinho doce de quero mais.

Crônica por Alvim Magic

-- Participantes --

→ leidiane Daxter
→ Fabinho Neox
→ wandinho Blackheart




ENVIADO POR:
MEU GRANDE AMIGO: Wander Luis Simão Dutra
NOME DO PERSONAGEM: Wandinho Daxter