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ATENÇÃO

- Blog: Cronicas e Contos de RPG - Eduardo Teixeira (textos protegidos, sua reprodução é proibida sem a autorização prévia do autor).

SOBRE A LEITURA: VAMOS LER, POIS LER É APRENDER.


A importância da leitura vem a cada dia ganhando força em seus diversos segmentos, pois é um dos requisitos básicos na aprendizagem do indivíduo. O ato de ler é muito importante, pois a leitura vem aos poucos contribuir para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos a extensão e a profundidade de cada texto lido.

Quem lê muito escreve bem

Não há como negar que ler contribui para a desenvoltura na escrita, pois vamos incorporando bons modelos de estruturação das ideias, ampliando repertórios, conhecendo novas palavras. Porém, é comum encontrarmos pessoas que leem muito, mas encontram dificuldades para escrever. Pode ser que isso ocorra pela qualidade da leitura. A leitura para a apreensão de conteúdos é básica; no entanto, se também prestarmos atenção na forma como os textos são compostos, podemos usufruir de todo o conhecimento a respeito da linguagem que uma leitura efetiva pode proporcionar e, assim, vamos nos tornando capazes de compor bons textos.

Vale a dica: Estar atento aos modos particulares de escrever dos diferentes autores, em especial daqueles que apreciamos, pode ser um prazer a mais na leitura. Pensar em como você próprio escreveria sobre o tema (e aventurar-se a escrever!), valendo-se do conhecimento dessas inúmeras possibilidades, ajuda-o no aperfeiçoamento de sua própria escrita.
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

UM POUCO DE MORTE E UM POUCO DE HISTÓRIA - VAMPIROS




UM POUCO DE MORTE E UM POUCO DE HISTÓRIA




Um corajoso visitante batia na porta do castelo dos vampiros independentes...

TOC! TOC! TOC!
TOC! TOC! TOC!
TOC! TOC! TOC!


Quem será?

TOC! TOC! TOC!
TOC! TOC! TOC!
TOC! TOC! TOC!

Hummm!!!???



Passos arrastados dava para ouvir. Da para ouvir a chave sendo enfiada na fechadura. Rangido e segundos eternos depois alguém espia pela pequena abertura que se formou. Resmunga algo. O visitante responde sim com a cabeça e finalmente a porta se abre tenebrosa, só pela metade. Pó fino no chão, algumas teias de aranha penduradas no teto e um odor quase imperceptível de cadaver e alguma outra fragrancia desconhecida pairando no ar.

- Que deseja, meu filho.


- Boa noite senhores espero que não fique desconfortável com meu desabafo, mas
eu tenho que fazer isto... A algumas noites atrás estava andando pelos bosques quando supostamente vi criaturas estranhas e com sangue pela boca e pelo corpo suspeitei logo de inicio que era vampiros, então resolvi procurar um grande amigo para algumas perguntas e ele simplesmente disse-me que eu estava ficando louco... Ai ai...
Finalmente acreditei nele e então resolvi misteriosamente esquecer o que vi... mas foi ai que começava a me enganar, eu ainda via algumas criaturas sobrevoando a cidade mas estava tão cego nas palavras do mesmo que não acreditava nelas, foi quando em um final de noite eu estava indo para casa junto de meu servo quando uma criatura surgiu na frente de nossos cavalos que frei bruscamente tentando evitar passar por cima... Infelizmente meu servo sumiu... Vi aquela misteriosa criatura na minha frente, levou meu servo, ela tinha prezas, uma pele cinzenta, aquela coisa parecia um vampiro, mas não foi isso o que mais me assustou e sim a força que a criatura passuia... Encontrei partes da roupa dele aqui perto do castelo... Quero resposta!




Diversão se via pelas faces pálidas dos vampiros, e o castelo estava cheio. Cheio de independentes, muitos deles famintos. Um dos vampiros fecha a porta. E assim todos rindo da atitude do homem, o atacam sem dó. Eles atacavam em grande número e não se intimidavam com a sujeira e os gritos. Muitos que estavam famintos, se agarravam ao corpo e mordiam suas pernas e braços.


“Que jeito estúpido de ser destruido!”

Os ventos sussurram a morte do pobre homem...


Os vampiros Independentes??? Eles preferem observar ambas as seitas pularem sobre a garganta uma da outra em nome da Jyhad, e decidem ficar de fora, dizendo "não obrigado" e assim sendo livres respeitando uns aos outros. Seria tolo assumir que o membro padrão de um destes clãs não classificados é de alguma forma absolutamente submisso aos ideais de seu clã. Como todos os outros Membros, os independentes são vampiros em primeiro lugar e depois são membros de um clã. Muitos destes Cainitas estão primeiramente preocupados com seus objetivos pessoais, não importa se eles coincidem (ou servem) ou não com os do seu clã. Este fato só serve para perturbar ainda mais a visão de quem está de fora, um vampiro independente é geralmente um coringa, desprovido tanto de políticas de seita quanto de regras de clã como diretrizes básicas para se predizer seus comportamentos.


"Uma maldição sobre nossa espécie sim, mas também foi uma benção...
Bons amigos (e nobres rivais) encontraram a Morte Final nas fogueiras dos mortais. Mas nós Cainitas perdemos algo que eu não gostariade ter de volta por nada deste mundo. Nós perdemos nossa Complacência. Temos mais respeito uns aos outros do que qualquer outra seita, e somos mais letais do que qualquer inimigo. Sem política, sem regras de como se viver e o que tem que fazer, que se exploda a mascara... E que venha um ou venha mil, vamos encarar numa boa, mais levaremos muitos para o inferno".





AUTOR: Eduardo Teixeira

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

cronica infernais- Que venham as aliancas 12/11/10




Que venham as alianças...

Era uma noite quente e tranqüila na boate em Lendas Urbanas. Ah não leitor, você caiu nessa denovo?! Era despedida de solteiro e a festa iria bombar em plena taberninha infernal.
Luiz SecretSpy e Safira Cluny, um casal quente vampiresco dos Sabbat iriam se casar e tiveram a genial idéia de fazerem juntos a despedida de solteiro no inferninho da cidade.
Os convidados começaram a chegar, olhavam atentos a todos os detalhes procurando por rostos conhecidos, a casa estava cheia e as luzes piscando de forma sistemática e divertida. Todos estavam deslumbrantes, com certeza escolheram o melhor traje para a noite, uns vestiram roupa de gala outro roupas “para matar”.
As dançarinas se arrumavam para apresentarem seus shows da noite e faturarem algumas lulecas, e se encaminhavam para os respectivos poles ainda ajustando as cintas liga.
Os seguranças extremamente atentos a cada movimento e solicitando código de acesso para os convidados, a fim de garantir a integridade de todos.
A bartender preparava os drink, muito True Blood’s seriam servidos naquela noite especial.
Aos poucos já se ouviam murmurinhos de conversas vampirescas por todos os lados. De fato a sensualidade e os papos dos Sabbat’s, são um tanto quanto peculiar e intrigante: “quanto tempo....é sabbat?...quantos milênios não a vejo...gostaria de beber um pouco de sangue...lembro do soco que me deu no queixo...dançarinas gostosas...tenho assuntos a resolver..sempre vou onde há cheiro de sangue frescos...não sabe o quanto a procurei...não conheço alguém tão antigo quanto você..uma grande caçada começará...creio que você seja a única a me contar essa informação...”
De fato aquela despedida de solteiro propiciou que os Sabbat se reunissem, se reencontrassem e colocassem o assunto em dia. Todos muito falantes, usando tom suave de voz ao se comunicarem, apenas se ouvia pequenos murmurinhos e trechos de conversas de interesse deles.
Os infernais presentearam a festa de despedida de solteiro dos noivos Luiz SecretSpy e Safira Cluny, com dançarinos de ambos os sexos, a fim de agradar a todos. As dançarinas se insinuavam o tempo todo para os convidados, atirando suas lingeries nos mesmos, sorrindo maliciosamente e esticando suas cintas liga para caber as lulecas que recebiam. Enquanto o dançarino se aproximava das mulheres presentes dançando de forma instigante.
Todos estavam se divertindo muito nesse inusitado e esperado encontro: Sabbat e Infernais.
Em breve os noivos casarão e quem sabe um dia retornem a boate para a festa de bodas de ouro.
Quanto aos sabbat’s e os infernais....ah que venham as alianças.



Crônica escrita por RedHair Ruby







quarta-feira, 17 de novembro de 2010

cronica infernais-Presentinhos Infernais 2/11/10


Presentinhos Infernais
Lady se produziu, pois logo a boate estaria cheia e desceu as escadas: “Ei, alguém ai?”-procurando alguma nicotina disponível. Nesse exato momento Red e Setanta chegavam na boate após pegarem as encomendas no cais. Quando sua mãe solicitou que tomasse cuidado com a caixa, pois eram presentinhos valiosos, Setanta resmungou algo como “não sou disléxico como você”. Esse mau humor masculino só durou até avistar Lady na boate.
Red se aproxima do balcão do bar por trás de Lady: “buuu, pinguça ...te assustei?”- rindo epileticamente e tendo como resposta: *vai assustar tua vó... biscate*- Sim, os infernais demonstram afeto dessa forma ao que me parece. Lady, ao olhar a caixa na mão do rapaz, pergunta:”*kissoooooo???*-esticando o corpo nas pontas dos pés a fim de enxergar o que havia naquela caixa.
Setanta (Pio), sentindo-se um completo burro de carga após carregar a caixa atravessando a cidade começa a se animar com a aproximação da loira: “o BB ta cansadinho né?”-fazendo biquinho pedindo cigarro. Observando a cena, Red tira o maço de cigarros de dentro do sutiã oferecendo para a demônio.
Eis que a ruiva revela que o natal chegou antes no inferno, se referindo aos presentinhos que comprara para o feudo. Para sua lady: “comprei uns presentinhos para você...ah antes que pergunte..não...não são vibradores nem bonecos infláveis”. –completando: “para minha lady trouxe um notebook e um pendrive, afinal aquela jegue de uniforme ficou com o seu neam?”. Aproveitando a ocasião e pedindo para que a blond entregasse os presentes de Astarte: “Ah trouxe um notebook,um pendrive e um punhal de prata para Astarte pode entregar caso a veja fala que mandei um beijo na bunda dela?”.
Lady parecia mais interessada no sanguinolento do que nos presentinhos e Red berrou: “PAREMMM JÁ COM ESSA PHOTARIA.”. A blond ninfomaníaca ao ver os presentes ficou eufórica, e para não perder a viagem pulou no pescoço de Setanta para agradecer, tocando com a boca nos lábios do rapaz.
Red preparava uma tequila para seu baby e quando foi entregar, viu o mesmo hipnotizado pela sua lady que estava quase obliterando o rapaz em um abraço. Empata foda como usual se enfia no meio dos dois colocando seus peitos na cara do seu filho e berrando: “AH TÁ MAMAR NA VACA VOCÊ NÃO QUER?!
Vendo a cara de decepção de seu filho tentou animá-lo com alguns presentinhos: “ Olha aqui que mami comprou pra você: 1 notebook, 1 pendrive e um celular”-entregando os mimos de seu bebe. Mas ele estava com cara de “você estragou meu sonho americano mamãe” e apenas sorriu amarelo agradecendo.
Red ainda demonstrou empolgação e com voz tosca infantil disse: “ “e comu mi amu muituuu comprei pra mim 1 celular, 1 notebook, 1 pendrive e um punhal de prata nhaiii que cutiii”- se recompondo da entonação vocal retardation.
Em seguida se dirige para lady e berra: “PARA NOSSO FEUDOO COMPREIII...TARANNN...10 bastões de dinamite e um detonador”. Lady surpresa questiona “*o q??.. tu comprou o q???... salta em direção a caixa.... cadê?.. tá vazia! * olhando com decepção. Red logo a tranqüilizou dizendo: “Ah cachorrinha, escondi na cidade, atrás da igreja, pensei que se explodisse sem querer antes a igreja que nosso puteirinhu”- gargalhando.
Lady sugere :”* naum naum... tenho um lugar melhor.. traz aki... sei onde esconder*.. já imagina um lugar perfeito para os presentes explosivos.. complementa * e outra.... é por poko tempo... *.
Enquanto isso, Setanta em mais um episodio de “o ultimo virgem americano”, sussurra para lady: “agora q ganhei um celular vc pode me ligar neh oq axa?. Lady responde: “te ligo sim, assim via telefone ninguém nos empata”- rindo.
Ao ouvir o xavequinho que rolava ali, Red tirou da gaveta um cartão e entregou para seu filho: “Taqui filho, 2 lulecas o minuto...disk sexo, o nome dela é Ostógia. Porém Setanta não desistiu tentou falar o numero do seu celular para a blond até o cabeção de sua mãe surgir entre os dois. Olhou para seu filho e berrou: “ “SETANTA PEGA...PEGA A DINAMITEEEE”- olhando para ele como se pensasse *ou vai ou vira eunuco*. Afinal ela sabia que se ela fosse e deixasse os dois ali seu filho iria ser estuprado por sua lady. Ele logo se prontificou de buscá-la com muita celeridade.
Red Oferece um cigarro para sua lady e prepara umas bebidas para ambas: “Ah lady, tantas novidades, naquele cais pode se conseguir tudo que imagina, Setanta até encomendou uma espada...”- colocando as fofocas em dia e ao ouvir os comentários de lady diz: “Ah, querida é só o começo...”. Lady complementa: “infeliz de quem mexeu com a gente”.
Logo Setanta retorna com a caixa, sendo recepcionado por lady: “deixa comigo.... eu mesma guardo*... leva a caixa para esconder num lugar que só ela tem acesso.... grita *aahh... bigaduuu meus anjinhos.. adoreiii tudo isso*.. rindo da ironia ao dizer anjinhos. Setanta bebe mais algumas tequilas e começa seu turno como segurança da boate.
Red segue rumo ao bar, presentinhos infernais entregues, estava mais feliz que nunca. Começa a trabalhar e por a baote em ordem, pois estava ansiosa para receber convidados promissores... rotina retomada por enquanto...mas até quando?!

Crônica por RedHair Ruby

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cronica infernal: Enfiando o cilindro no buraquinho - 29/10/10


Enfiando o cilindro no buraquinho com segurança


Finalmente o grande dia havia chegado: o dia de enfiar o cilindro no buraquinho. Lady, depois de chegar do cais com Red, se estatelou no sofá e ficou em seus devaneios eróticos com o garou Doidz ao mesmo tempo que estava intrigada com a falta de noticias de Martyn.

RedHair estava eufórica, desceu as escadarias da boate com a sagrada caixa em mãos, quase que tropeçando nas próprias pernas.Colocou a caixa em cima do balcão, serviu-se de um belo gin, abriu a caixa e pegou o manual berrando: “MAS QUE PORRA É ESSA, O TIRIRICA QUE ESCREVEU ISSO?!”, solicitando a ajuda de seu filho Setanta, mas onde ele estaria...

Setanta acordou com uma baita dor de cabeça após a ingestão abusiva de tequilas na noite anterior. Acordou atrasado e saiu correndo para boate e chegou la ofegando aos berros: “MAEEEEEEEE, LADY TEM ALGUEM AI NESSA BUDEGA”

Red parecia estar extasiada com tanta tecnologia: ““veja lady, veja Setanta, olha que legal esse identificador de Iris, olha adorei esses controles...se liga na qualidade ...e são 4 belas câmeras parecem bem resistentes, vejam...”- retirando os itens da caixa mau vendo a hora de fazer a instalação. Solicitou que seu filho Setanta pegasse as escadas no fundo e fizesse alguns buracos na parede: “ali...ali ali...o que acha de por daquele lado lady?”

Lady se divertia com o entusiasmo de Red, e só o aumenta ele revelando que na boate já havia um sistema de segurança e que as novas câmeras iriam dar uma nova visão na boate. Mas logo lady começara a perder a concentração, como sempre ocorre quando alguém do sexo oposto adentra a taberna, ela olha pra Setanta dizendo "A Red não me deu cigarro... num to valendo nada.... arruma um pra mim Setanta?".. fazendo seu irresistível beicinho.

Red estava louca para colocar o cilindro no buraquinho e berrou: ““Pode parar de putaria vocês dois, deixem pra depois temos muito a fazer...retira o maço do meio dos seios oferecendo um cigarro para Lady e diz: “Bom já que já temos um bom sistema de segurança, deveríamos usar esse para ter uma visão mais encaralhadora dos fatos” e acrescentando: “Relaxa Setanta qualquer coisa a gente tapa os buracos...você parece bom nisso”-diz enquanto olhava seus olhares maliciosos para sua lady

Setanta, pobrezinho, se dependesse de sua mãe teria que depender de sua mão, ficou ali babando pela lady e frustrado pensando: *ta foda viu minha mãe só anda me tesourando,quando surge uma oportunidade ela já empata* relembrando a ajeitada de seios que a blond dera na noite anterior quando foram apresentados. Ele até tentou começar a instalar as câmeras quando lady o interrompeu pedindo fogo e ele ficou com a boca tão aberta que por milagre não deslocou a mandíbula.

Red vendo que a putaria ia longe mesmo resolveu falar uma linguagem mais interessante para ambos e te garanto que não era Fabulare: “Ok vamos la Setanta pegue esse objeto duro e cilíndrico (Câmera) e você lady mostre o buraquinho bem aberto (buraco na parede) e ai vocês vão esfregando para la, para ca, até encaixar e o objeto cilíndrico penetrar totalmente...agora entenderam?”- colocando uma câmera na mão de Setanta e direcionando lady para que ela mostrasse o buraco .....da parede para ele.

Red desembalava cuidadosamente cada câmera dos seus respectivos sacos-bolhas, colocando-as próxima aos locais de isntalação. Ela olhou para trás e viu o xaveco rolando solto entre seu filho e sua lady e berrou “SETANTAAAA ENFIA LOGOO”- completando- “O CILINDRO NO BURACO PORRAAA, NAOOO FODEE VENHA AQUI”-insistindo para que o mesmo se concentrasse na exploração de outros buracos que não fosse os de sua lady.Mas lady persistia em bulinar o pobre coitado e sussurrava no seu ouvido *termina logo com isso... depois quero que você cuide mim....* tira os sapatos, mostrando o pé mexendo os dedos diz *massagem ó* aponta os pés.... aumenta o tom de voz termina *bebê... instale isso ali*.

Juro caro leitor que após esse fato nunca vi alguém fazer um serviço de instalação com tanta “celeridade”, furou os locais indicados pela lady encaixando certinho o primeiro cilindro o segundo , terceiro.. finalizando o quarto e pensa......* quatro em seguida cansa afff*. Mas um dia que ele cair nas garras de lady achara quatro um valor muito simbólico.

Após mais uma empatada de foda bem sucedida e satisfeita com a perfeita e estratégica instalação do sistema de segurança. Dirige-se para o bar, sendo seguida por Setanta: “mãe me vê uma tequila pra cura minha dor de cabeça”- enquanto pensava resmungando *ta foda viu...alias não ta,minha mãe me empato de novo desse jeito ...todo esse tempo lá em Eternalis Ignis só bicho feio quando chego aqui e me deparo com essa lady e denovo vou ficar na mão*. Enquanto isso Lady deu a ultima tragada no cigarro, soltando fumaça em Setanta e jogando a bituca no chão, subiu para tomar um banho.

Red se dirigiu para o bar, lógico, se deliciando com um gin e pensando *Agora estamos seguros, podemos dormir tranqüilos*. Observando a muralha da china que se formara naquele cubículo de lendas urbanas.



Crônica escrita por RedHair Ruby

Cronica Infernais- Inimigo intimo 29/10/2010




Inimigo intimo

Mais um início de noite de trabalho no cais para Salu. Ele adentra seu habitual escritório e verifica em sua agenda as encomendas ainda a serem entregues, tomando nota de que Vladimir já havia entrado em contato com RedHair, para que a mesma buscasse sua encomenda, aguardando a chegada da mesma no local combinado.
Do outro lado da cidade, mais especificamente na boate RedHair andava ansiosa para os lados, olhando sempre seu celular, chegando a colocar o volume no maximo para que recebesse a tão esperada ligação. Finalmente o respectivo aparelho tecnológico toca em um som quase a deixando surda e era Vladimir: “Garota ola, suas encomendas acabam de chegar no cais, pode vir buscá-las?”.
Imediatamente Red sobe as escadarias da boate quase que arrastando sua lady de sua cama: “:”vamos rápido nossa encomenda chegou, boraaa, depois se passa batom”.Atordoada, quase que dormindo com um olho e acordada com o outro , sem ter a mínima noção do que estava acontecendo apenas diz: “okok, borá lá”, ainda ecoando a palavra “encomenda" na sua cabeça.
Nessas alturas Salu já batia com o lápis na mesa, pois o porto estava calmo demais, o que era raro.Para espantar o tédio começa a separar e conferir os demais itens a espera de seus compradores.
Durante o percurso Red estava eufórica comentando da felicidade que sentiu em achar aqueles rapazes do cais e que poderiam com eles conseguir um vasto material para por em pratica todos seus planos. Passando pela ponte do cais como se fosse a porta da esperança do Silvio Santos, mau vendo a hora de por as mãos no seu premio: O sistema de segurança para boate”.
Adentrando o escritório de importação e exportação Red encontra Salu: “Ola aqui estamos, viemos pegar a encomenda”-sorrindo eufórica. Ao seu lado estava Lady que de tão exausta mau entendia o que a Diabolo dizia, apenas concordando com a cabeça crente que tava compreendendo coisa alguma.
Salu se apresenta alegando que Vladimir o encarregou de fazer a entrega: “Aqui está, interessante sua encomenda, encontra-se na caixa ali ao canto”- disse o homem apontando para o setor do cais, onde ela, caixa, se encontrava.
Red olhava sua lady exausta e pensava *puxa que fase difícil ela tem passado e agora trabalhando em dobro para vigiar a boate, esse sistema de segurança ira ajudá-la a sair dessa, vou instalar isso tudo hoje mesmo*.
Enquanto Red tentava encontrar a caixa, quase que uma agulha no palheiro. Lady papeava com Salu querendo noticias do Vladimir, ela mau via a hora de conversar novamente com o mesmo, afinal eles tinham algo em comum: a intolerância contra a tal delegada.
Finalmente la estava a tão almejada caixa, ao observar sua lady dando 500 bocejos por segundo diz: “: “Pode deixar que eu carrego essa caixa”-levantando a caixa e pensando -* pedi câmeras e não um trator*-quase deslocando sua coluna para ergue-la. E ainda teve fôlego para perguntar a Salu se a instalação era fácil.
Com o aval de lady sonâmbula: “Bora então”, olhando Red carregando a caixa e nem em pensamento faria esforço para ajuda-la. Pensando sobre as confidencias feitas a ele por Vladimir, Salu compreendeu bem a intenção delas e o rumo que esse relacionamento tomaria em um futuro bem próximo.
Red deu uma piscadinha para Salu e o convidou: “Obrigada meu caro, nos veremos em breve, Salu, você e o Vladimir estão convidados a irem na boate, vamos tomar uns drink’s qualquer dia?Temos muito para conversar, acredite”. Sai do local carregando aquela caixa enorme e com as pernas arqueando para fora, tamanho o peso daquela encomenda. e segue para boate. “Vamos lady você tem que descansar, mais tarde Setanta instala isso para nos.”
Daí você caro leitor pensa “Foi apenas a entrega de uma encomenda”, não, não...foi um inicio de um pacto implícito que se resumia a um único objetivo: A delegada. Esse fato iria marcar o inicio de uma nova era em Lendas Urbanas.



Crônica escrita por RedHair Ruby

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

BG/ Background/História- PoviLL o Pirata








Toda história começa com "era uma vez"...essa é diferente, pois é escrita até hoje...

Guerra, pai de Povill era um pirata muito famoso, muito sério (nunca soube que teve um filho todo louco). Guerra vivia de saquear a cidade e de sequestrar pessoas, até torturava ou matava algumas, mas nunca por prazer, era estremamente calculista, agia hoje pensando no amanha (exceto em certo momento de sua vida que logo conheceram).
O admiral Guerra não tinha um porto fixo como hoje os piratas de Gor tem, isso tinha os prós e contras, vou dizer soh a melhor parte, o pirata nunca era encontrado, ele encontrava. É aquela velha história do "ele acha você", mas era assim, Guerra ficava sabendo que o procuravam e se o motivo para que o fizessem fosse lucrativo para ele, o pirata ia até a pessoa...Todos sabemos que os ventos levam e trazem as notícias...

Certo dia porém, o pirata capturou uma selvagem, a fez de kajira. Costumava vender a liberdade das capturas, mas a muito precisava de mais uma kajira e aquela muito o atraiu. Ele a encontrou só em um campo, ela parecia caçar, mas foi surpreendida por Guerra e levada (sua tribo nunca descobriu onde esta foi parar).
Assim feito, agora Guerra tinha uma menina, e uma bela menina...ele zelava por ela além do normal, sentia algo por aquela menina que nunca sentiu antes e ela parecia sentir o mesmo. Ela tratava o pirata com um amor inocente, com um olhar e um sorriso sincero.
Como podemos imaginar, os dois foram se envolvendo, seu fazer sexo passou para fazer amor, Guerra cuidava mais da menina, saqueava menos. Até libertar escravos sem pedir pagamento ele fez.

Seus homens porém nada gostaram de suas atitudes. Eram piratas e queriam lucrar, mas agora o admiral não satisfazia a vontade deles, não entrava mais paga no navio, esta apenas saia.
Quando Guerra deu a liberdade a sua menina (cujo nome não disse até agora) foi a gota dágua, quando ele a libertou, o fez com as seguintes palavras:
- Caros irmãos, sabe que me alegro com suas alegrias e sendo assim espero que se alegrem com a minha agora. Estrela, minha menina, não será mais chamada kajira. Quero que a respeitem como a mulher do capitão! E zelem por ela, afinal e melhor que tudo, ela espera um filho meu!
Claro que podemos imaginar a ira dos tripulantes. Eles logo organizaram um motim. Ninguem nunca derrubou Guerra em uma batalha, ele era rapido e muito habilidoso. Porém ele confiava em seus irmãos e essa foi sua fraqueza...

Certa noite os homens invadiram seu quarto, silenciosamente e ao atacarem a única que acordou foi Estrela, o admiral jah estava morto. Os homens a carregaram e a jogaram no mar, estavam pouco afastados de uma ilha e não acreditaram que a mulher se salvaria.
Estrela porém nadava muito em seus tempos de livres, foi difícil, estava muito longe da praia e ainda grávida, não de muitos meses, deviam ser 4, ninguem sabia dizer na época.
Ela deu tudo de si, nadou pensando em seu filho, nadou chorando por Guerra, mas como ele aprendeu a ser calculista, chorar não adiantaria então apenas nadou focando seu objetivo - a praia.
Depois de muita luta ela chegou. Os piratas nunca souberam que ela conseguira sobreviver, na verdade não estava muito viva. A mulher assim que chegou à praia, ali ficou, não conseguia se mover então desmaiou à margem.

Do outro lado do morro havia uma vila, humilde, mas onde já havia comércio, médica, escriba e outros. E certo homem desse vilarejo costumava ir até aquela praia, ele ali pescava e dos peixes tirava seu sustento.
Esse dia porém foi diferente para a vida do homem, ao chegar a praia, de longe avistou algo na margem, se aproximou rapidamente, contudo atento, carregava sempre consigo um arco e agora se armava com ele.
Ao se aproximar percebeu que se tratava de uma mulher, uma linda jovem, desacordada. Se aproximou da mulher e vendo que estava só, guardou seu arco e a carregou no colo de volta ao vilarejo. Lá chegando tratou de leva-la a médica. É este homem era um velho senhor muito acolhedor, pagou a médica que ficou com Estrela, tratando dela por uma semana.
Já dava para ver que a mulher estava grávida, e isso fez o homem ser mais generoso, assim como a médica mais atenciosa. Tanto que rapidamente Estrela ficou melhor, porém com uma fraqueza causada por tanto ter nadado, por tanta água salgada beber. Um pouco até seu pulmão invadiu, o que fez a mulher viver tossindo.
Essa fragilidade fez com que, na hora do parto, Estrela não aguentasse. É, seu filho PoviLL, cujo nome estrela vivia comentando que ia por, não chegou a conhecer a mãe, a mulher que nadou por ele uma distancia aparentemente impossível de se nadar, até para quem não espera um filho no ventre.

No vilarejo PoviLL foi criado, como filho de pescador foi tratado. Estrela, sua mãe, contou ao velho toda sua história, como conhecera Guerra e quão importante foi o pai de PoviLL. Mas só quando PoviLL fez 13 anos e o velho já estava nos seus ultimos dias, à beira da morte, ele chamou o menino para conversar.
Assim PoviLL ficou sabendo que era um pirata, realmente gostava de brincar de tiro ao alvo e tinha uma habilidade superior à dos outros meninos da vila. Não que isso tenha muito a ver, mas motivou PoviLL a pegar o arco, depois a espada e fazer algumas expedições.
Depois de contar, o velho, que tratara o menino como filho, faleceu. O pequeno foi acolhido por vizinhos, até que resolveu seguir seu destino. O vilarejo já cresceu e não foi difícil PoviLL arrumar uma carona para outros lugares. Assim o fez.

Partiu, dessa vez não era uma expedição como as que fazia sorrateiramente, esta não teria volta. PoviLL partiu sem olhar para trás, sem avisar. Quando deram falta dele, já estava muito distante dali.
Um menino, de agora 14 anos, resolveu enfrentar Gor. Gor que apenas conhecia por histórias, e confessa que o deixavam com medo, mas saber sobre seu pai o deu animação. "Como o filho de um grande pirata pode ter medo?"- se perguntava sempre ( e futuramente descobriu como pode ter medo! ).
Rapidamente teve um encontro com piratas, saqueavam uma cidade próxima e embarcavam quando PoviLL foi ao encontro deles. Estes logo se interessaram pelo menino que acertou uma bela flechada em um guerreiro que seguia os piratas e que antes de PoviLL ninguem o vira.

Estes eram os piratas que viviam em Schendi, eram conhecidos como "Skulls of Red". Ali e com eles viveu PoviLL durante longos anos. Aprendeu a saquear, atirar melhor e a usar uma boa espada.
Foi feliz, agora se sentia filho de seu pai, embora os piratas não soubessem, PoviLL era filho de um grande pirata, mas temia espalhar tal notícia, já que seu pai foi traído por piratas como aqueles.
O menino decidiu então começar do zero, esquecer a vingança do pai, começou a pensar como o pai e ver que aquilo não traria lucro algum. Caçar piratas só traria a PoviLL inimigos e prejuízos.
PoviLL foi crescendo, enrriquecendo, sendo reconhecido como bom pirata, não só pelos de Schendi, mas também havia um bom admiral que sempre o recebia com respeito em Vermonth, Calico Jack seu nome ( futuramente seria como um verdadeiro irmão para PoviLL ).

Certo dia, quando voltava de uma caçada, com uma captura, o pirata não encontrou seu forte, parecia ter sido atacado e destruído. Não havia sinal dos piratas que ali viviam. E sem saber o que fazer, PoviLL foi até Vermonth pedir para que por lá ficasse.
Sem notícias, sem sua casa e seus irmãos, PoviLL foi ficando em Vermonth e lá começou a atuar como pirata. Agora pertencia a outro navio de piratas "The Shelter" era como se intitulavam.
Aos poucos sua fama de pirata foi crescendo em Gor, nunca se igualou a seu pai, mesmo sendo o grande Admiral PoviLL, temido e conhecido por quase todas as terras de Gor. Mas quem sabe um dia se aproxima do grande Guerra.



Nome do Personagem: Povill Breguet

Nome do AUTOR: Rafael PoviLL





Um grande RPGista!

BG/ Background - Anderson Tremmor (Bandido)


Nome: Tremmor

Idade:18

Classe: Bandido, traficante e Terrorista

Atributos Físicos:Alto, forte ,cabelo curto, olho castanho e com uma cicatris no olho

Atributos Espirituais:Acredita em Deus

Atributos Sociais: Nao e muito comportado e as vezes ofende pessoas

Habilidades: Atirador , Pulos.

Defeitos:aterrorizante, corrupto, loco, usuario de drogas e louco por mata policial

Qualidades: Matar

Fobia (medo): Medo de Morrer

Equipamentos:cigarro , charuto , brazuca , oculosde sol , toca , marcara , c4, granade,mine, colt Mk , AR2, Mac 10 , AK47, Berretta 92, MAC 11, RPG 7, Perforator, M60 e drogas

Frase que descreve o personagem: OWNED.


Historia:

É um jovem de classe média alta da cidade de Rio de Janeiro. Adorado por seus pais e amigos, viveu a vida intensamente, passou por todas as loucuras permitidas e não permitidas, no ano 2000 se aventurou no mundo do tráfico e assaltos e tornou-se um rei. Investigado pela polícia e preso, tem seu nome e seu rosto exposto em jornais e revistas. No ano de 2010 ele sai da prisão, revoltado e sobe o morro de novo como gerente do T.C.P.



AUTOR: Anderson Tremmor (SL)

AUTOR:Anderson Alex Monte Santos (RL)


UM DOS MELHORES AMIGOS QUE FIZ NO RPG, E TENHO MUITO ORGULHO EM DIZER, MÓ CONCIDERAÇÃO... SOU TEU FÃ!