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- Blog: Cronicas e Contos de RPG - Eduardo Teixeira (textos protegidos, sua reprodução é proibida sem a autorização prévia do autor).

SOBRE A LEITURA: VAMOS LER, POIS LER É APRENDER.


A importância da leitura vem a cada dia ganhando força em seus diversos segmentos, pois é um dos requisitos básicos na aprendizagem do indivíduo. O ato de ler é muito importante, pois a leitura vem aos poucos contribuir para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos a extensão e a profundidade de cada texto lido.

Quem lê muito escreve bem

Não há como negar que ler contribui para a desenvoltura na escrita, pois vamos incorporando bons modelos de estruturação das ideias, ampliando repertórios, conhecendo novas palavras. Porém, é comum encontrarmos pessoas que leem muito, mas encontram dificuldades para escrever. Pode ser que isso ocorra pela qualidade da leitura. A leitura para a apreensão de conteúdos é básica; no entanto, se também prestarmos atenção na forma como os textos são compostos, podemos usufruir de todo o conhecimento a respeito da linguagem que uma leitura efetiva pode proporcionar e, assim, vamos nos tornando capazes de compor bons textos.

Vale a dica: Estar atento aos modos particulares de escrever dos diferentes autores, em especial daqueles que apreciamos, pode ser um prazer a mais na leitura. Pensar em como você próprio escreveria sobre o tema (e aventurar-se a escrever!), valendo-se do conhecimento dessas inúmeras possibilidades, ajuda-o no aperfeiçoamento de sua própria escrita.
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domingo, 13 de junho de 2010

COMO FAZER UMA CRONICA DE RPG








Como fazer uma cronica de RPG


Ao ler cronicas, você conhece a visão de ua aventura (RP) , daquelas pessoas que narrou a aventura. Tão interessante quanto isso é você mesmo tentar encontrar a sua forma de ver e questionar a aventura (RP). Como? Escrevendo sua própria cronica. Além de observar mais atentamente as ações e situações que fazem parte do dia-a-dia dos RPGistas , você estará exercitado sua redação ao tentar construir textos claros e, ao mesmo tempo, criativos.
As etapas abaixo podem servir como um guia para ajudar:


*-Como você deve ter notado, é muito importante que o seu ponto de vista, a sua forma de ver aquele fato fique evidente. Esse é um dos elementos que caracterizam a crônica: uma visão pessoal da aventura. Então leia bem o Log-do-RP(resumo ou faça apenas pelo que foi narrado na aventura tanto pelo mestre como pelos personagens)) antes de fazer.

*- A forma em que ocorrerá a narrativa, é ponto básico, ou seja, estrutural, para a organização das idéias do autor, bem como para o desenvolvimento da história.
De modo geral, podemos resumir da seguinte forma:

- Narrativas em primeira pessoa:

A personagem principal conta a história. Vejamos:
"O dia mal havia nascido e eu já estava de pé. Pela janela, observei a estradinha de terra que se perdia na serração."
Esse é um tipo de narração muito natural. Observe que é exatamente como quando, conversando com amigos, estamos contando uma história ou um acontecimento nosso.

- Narrativas em segunda pessoa:

O narrador é coadjuvante na história. Um exemplo:
"Por mais que me esforçasse, acompanhar o mago em suas caminhadas era, para mim, tarefa ingrata. Suas passadas eram suaves, porém firmes, e o levavam velozmente por entre trilhas, mergulhando na mata e na noite."
Essa narração é mais encontrada em textos policiais ou heróicos, onde o narrador, participando ativamente do enredo, conta os feitos de outra pessoa.

- Narrativas em terceira pessoa:

O narrador é um observador, externo à história. Na prática:
"Deslizou o olhar ao redor. O piso, em tábuas largas, desprendia um odor suave da madeira tratada e trazia ao ambiente, ares rústicos de uma época finda. Na sala, jogados por sobre almofadas e sofás de couro, encontravam-se todos reunidos."
Essa narração é bastante tradicional. Tanto em contos, quanto em novelas ou romances. Nela o narrador, embora não atue, tem a missão de descrever os cenários e a ação das personagens.

*- As questões psicológicas e emocionais, podem ainda variar dentro do estilo do de quem escreve a cronica, podemos chamar de narrador quem escreve as cronicas. Podemos sim, ele ta narrando uma historia de RP. Ele pode optar por "conhecer" e, portanto, descrever com detalhes o que realmente se passa com a personagem:

Log do rp: Vibe Timeless chega no beco e observa muitos garous em sua volta, ele estrala o pescoço de um lado para o outro e se transforma em vampiro e espera ali mesmo parada pra ver o que acontece. Vibe espera atento e grita *- Vem podem ver, vocês acham que podem me pegar no meu território* ele ria alto apenas pra intimidar mais estava com muito medo na quele momento, pos tinha muitos garous e uma derrota era quase que certeza desfavorecendo Vibe.

A cronica: O vampiro nagajara deixa o medo lhe afetava até os ossos, quando chega no beco que estava dominado pelos seus inimigos garous. O coração disparava e a mente, à pique, mergulhava em um turbilhão de pensamentos desencontrados, se trasforma em sua forma vampirica e ainda gritava para intimidar seus inimigos mais nada adiantava. Sera que quem já esta morto ainda pode temer a morte? Bela pergunta! Atire a primeira pedra quem ali no lugar delenão temeria a sua não-morte."


Ou apenas especular o que pode estar acontecendo:

Log do rp: Vibe Timeless chega no beco e observa muitos garous em sua volta, ele estrala o pescoço de um lado para o outro e se transforma em vampiro e espera ali mesmo parada pra ver o que acontece. Vibe espera atento e grita *- Podem vir, vocês acham que podem me pegar no meu território* ele ria alto apenas pra intimidar mais estava com muito medo na quele momento, pos tinha muitos garous e uma derrota era quase que certeza desfavorecendo Vibe.

A cronica: As pernas tremia quando o vampiro nagajara se depara com muitos inimigos mortais, os garous, o vampiro tinha acabado de chegar no beco da cidade. Ele tenta intimidar os garous de varias maneiras, mais nada parece adiantar, já transformado na sua forma vampirica o vampiro permanece no mesmo lugar.

Bom, ou fazer mais resumido!!!
Bom temos muitas maneiras de escrever uma cronica!!!!


*-Pegar palavras chaves para colocar na cronicas, se a cronica for de tecnologia procure palavras desse gênero *engenharia, programação, Cibernéticas,nanotecnologia* são idéias assim que ajudam a enfeitar as crônicas. Se for sobre vampiros procure palavras show, e jogue terror no meio, é sempre bom dependendo da situação.

*- Enfeita a cronica faz parte mais cuida para não exagerar , e não se esquece do verdadeira historia que aconteceu.

*-Se houve algo que te chamou a atenção tipo o ambiente, as criaturas mortais e não-humanas , se tava de noite ou de dia , qualquer desses fatos pode ser inventado (ficção) vindo de você mesmo mais nunca mude o enredo do RP em si , tem que inventar sobre o " fora da aventura ( rp) " que são coisas que não foram citada na aventura como " O lugar era um deserto em meio a cidade urbana , uma neblina branca tampava a visão de todos , o medo era algo que fazia os guerreiros sentir um frio tão forte no estomago que nem eles mesmo conhecia tão periculosidade da palavra *medo* " é apenas um exemplo , isso pode ser feito se quem fez o RP não citou como era o ambiente da aventura, mais deixou claro que dava medo, e tinha uma nevoa. Bom outro exemplo de um RP feito a biblioteca " ele entrava pelas portas da biblioteca municipal ouvindo os pingos de chuva. Tomava todo cuidado para não escorregar nos degraus de mármore negro que estavam molhados ". Observe que esse trecho da biblioteca é ficou show, nada impede de colocar isso na cronica.

*-Com frequência, o contista utiliza diálogos para criar emoções, conduzir um conflito ou induzir à uma reflexão.
Os diálogos podem, inclusive, serem os responsáveis pela caracterização de qualquer das etapas da cronica (ambientação, apresentação, condução e significação), sendo mais raro para a ambientação.

De um modo simplificado os diálogos podem ocorrer em:

- Discurso direto

É o mais comum. As personagens conversam entre si, de modo direto. Os diálogos são expressados no texto através dos travessões. Vamos ver:
- Se você não me ajudar, eu não vou aguentar! - insistiu.
- Não está sendo fácil... - respondeu: para em seguida cerrar os olhos e suspirar profundamente.
- Você age como se o tivesse amado mais do que eu. Como se sua perda também não fosse a minha perda!

- Discurso indireto

Nesse caso, os diálogos são "absorvidos" pela narrativa, e transparecem como fatos em meio aos acontecimentos. Exemplos:
"Do outro lado da rua seus olhos fogueavam, atravessou esbaforido e gritava da oportunidade perdida. Paulo falou do bonde e do pacote. Não adiantou, por ele, atracavam-se ali mesmo!"

"Embora dissesse que não iria mais, ele insistia. Falava de belas paisagens e de romance. Seus olhos brilharam e ela se calou."

Existem ainda outras possibilidades mais complexas como Fluxo de consciência, caso em que a personagem conversa com o seu "Eu interior", do tipo:
"O telefone estava tocando... "Você não vai atender vai?"
Tola, atendi."


*- Sugiro que pesquise e leia uma cronica já feita sobre rpg , lendo bastante cronica você vai saber como fazer a sua.

*- Pelo ultimo lembrete: escreva em um rascunho tudo que vier à cabeça mesmo que aparentemente não tenha importância. De repente dali surge uma idéia melhor.

*- Ultimo lembrete . Escreva! Pratique! E procure usar a criatividade para criar seu próprio estilo, pois é isso que faz de um escritor um bom cronista.




Eduardo Teixeira




Cronicas e Contos de RPG - Eduardo Teixeira

2 comentários:

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  2. Já esta nos meus blogs seus banners mano. Abraços.

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