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- Blog: Cronicas e Contos de RPG - Eduardo Teixeira (textos protegidos, sua reprodução é proibida sem a autorização prévia do autor).

SOBRE A LEITURA: VAMOS LER, POIS LER É APRENDER.


A importância da leitura vem a cada dia ganhando força em seus diversos segmentos, pois é um dos requisitos básicos na aprendizagem do indivíduo. O ato de ler é muito importante, pois a leitura vem aos poucos contribuir para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos a extensão e a profundidade de cada texto lido.

Quem lê muito escreve bem

Não há como negar que ler contribui para a desenvoltura na escrita, pois vamos incorporando bons modelos de estruturação das ideias, ampliando repertórios, conhecendo novas palavras. Porém, é comum encontrarmos pessoas que leem muito, mas encontram dificuldades para escrever. Pode ser que isso ocorra pela qualidade da leitura. A leitura para a apreensão de conteúdos é básica; no entanto, se também prestarmos atenção na forma como os textos são compostos, podemos usufruir de todo o conhecimento a respeito da linguagem que uma leitura efetiva pode proporcionar e, assim, vamos nos tornando capazes de compor bons textos.

Vale a dica: Estar atento aos modos particulares de escrever dos diferentes autores, em especial daqueles que apreciamos, pode ser um prazer a mais na leitura. Pensar em como você próprio escreveria sobre o tema (e aventurar-se a escrever!), valendo-se do conhecimento dessas inúmeras possibilidades, ajuda-o no aperfeiçoamento de sua própria escrita.
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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Chegando à Cidade de Ouro - Garou

((Aqui Vibe é um garou da tribo senhores das sombras, nascido na lua cheia e seguidor do Grande Avô. Vibe após cinco anos de treinos volta na ativa de novo e agora tudo indica uma cidade a ele. Boa leitura RPGistas)).




Chegando à Cidade de Ouro




Um senhor das sombras

Eu tinha acabado de matar um humano... Nunca vi um humano tão forte... To dando muita risada, poderia ter deixado ele viver por ser tão diferente... Ele, eu já sei que não preciso me preocupar arranquei sua cabeça... Acabo de escrever uma carta sobre o ocorrido, uma carta para deixar autenticado para os espíritos.


Faz dois meses apenas que estou de volta, minha jornada foi longa e cheio de obstáculos uma jornada de treinos e com apoio do avô trovão e de meus ancestrais que falam comigo. Não sabia em que cidade eu estava. Meus cabelos negros estavam na hora de cortalos, assim caminhando pelas ruas da cidade, meus olhos caninos estavam semi-abertos, olhando tediosamente tudo em minha volta. Fiz pra mim um “abrigo secreto”. Bom tinha encontrado o esconderijo num bosque perto da cidade, ele me parecia não ter dono. O esconderijo era uma minúscula cabana feita de tábuas velhas e escuras, com muitos galhos e folhas para escondê-la. A cabana tinha dois metros quadrados mais ou menos, uma falha em uma das paredes servia de porta e havia algumas goteiras, fora isso ela não tinha aberturas.

Agora, não era mais secreto.


Tinha acabado de escutar um barulho, questão de segundos sinto a cabana cair, rapidamente eu me transformei, não temia nada, todos os seres terrestres estão abaixo de mim. Pêra ai. O que não tinha lógica era um Garou me atacando. O que eu fiz??? Eu me perguntei muitas vezes essa mesma pergunta. O delicia, o prato da noite vai ser Garou assado, seja o que for, ou é eu ou é ele. Ele trazia consigo a cabeça do humano que eu tinha matado, não muito longe daqui. À batalha foi sem duvidas sangrenta, matei, e matei com prazer, ele estava cometendo um erro a me atacar. Eu estava muito furioso e mataria tudo o estivesse na minha frente na quele momento. Meus graves ferimentos estavam regenerando aos poucos. Escuto barulho de outro vindo. Como me acharam??? Que pergunta mais besta, qual o Garou não vai encontrar sua presa???

Eu fugi!!! Mas antes de fugir soquei uma carta no morto que estava ali no chão!!!!






À carta


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Já fazia algum tempo que eu sentia estar sendo seguido mais era realmente estranho. Eu estava caminhando num bosque de arvores jovens, acabo de voltar apos cinco anos de treinos, me transformei na minha forma crinos. Estava farejando uma mancha de sangue, estranho, sentia o cheiro de alguém por perto e estava no meio de umas plantas grande, derrepente começo a sentir mais o cheiro do humano e escuto sua respiração ao caminhar por perto dele.

Escapei de dois tiros.

Apenas ergui minha cabeça e realizei um uivo que ecoou por todo o local, um uivo sem duvidas muito alto, alto mesmo. O humano se levantou e correu muito, ele foi parar num celeiro, conseguiu trancar a porta. Eu caminhava tranquilamente.

Abri com apenas um golpe a porta do celeiro.

Uma cede por sangue, uma fúria que me fazia destruir o celeiro.

Fiquei surpreso quando uns pedaços de caixas de papeloes caem perto de mim, ainda, mas surpreso eu fiquei quando o fogo se iniciou, as chamas se espalharam rapidamente. Escapei pela janela. Por pouco não era meu fim. Com um longo pulo, cai em cima dele. Ele me enfia uma faca de prata que pega de raspão e resmungava que não ia acabar por ai. Joguei pra longe a faca dele, lavei seu rosto com a saliva que sai da minha boca e com uma mordida no seu pescoço arranco sua cabeça... Mal cheguei e já to sendo caçado. Um a menos pra incomodar.

Bom escrevo essa carta, para deixar autenticado meu ato.

Vibe Timeless.

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À carta foi encontrada:

- Onde foi mesmo que você encontrou essa carta?

- Senhor, num local impróprio, senhor.

- Que local, homem? Diga. Que merda. Fala logo.

- Tava enfiado no ânus de nosso irmão senhor.

- ...





À caminho da cidade de Ouro


Sou filho da noite...

Observo pelas sombras...

Luto pelas sombras...

Sou incansável...

Sou impiedoso...

Sou intocável...

Sou guerreiro...

Não tenho medo...

Não tenho dó...

Olhe para sombras e me Vera...

Curvan-se...

Essa é a minha tribo...

Os senhores das sombras...




Ah, os dias passam rapidamente. Acho que eram três horas ou algo próximo. Preparei o revolver com seis balas, as outras deixei no bolso da calça, ainda as procurei, apenas para acalmar os animos, todas as seis estavam ali esperando para serem usadas. Sei que não preciso disso mas gosto desses brinquedinhos, na minha forma humana gosto de aperta o gatilho. Estou numa cidade pequena, achei o local aonde um vampiro se esconde... Grande esconde-esconde pena ele não saber brincar.

Cheguei no local, estava observando dois homens na porta. Não tentaram força-la, eles usaram um meio mais sutil, a arte de destrancar uma porta sem ter as chaves. Isso parece estar divertido. Faltou uma pipoquinha aqui não???. Falando nisso acaba de me dar uma fome. Bom continuando, os caçadores estavam preparados, à porta e às janelas estava abertas, o sol ajudava eles, uma granada de fumaça acompanhei ela rolar e assim eles entraram. Um disparo, dois, três e quatro... Um deles voando pra fora e o outro gritando dentro da casa. Me transformei na minha forma Crinos e corri pra lá...

Coloquei as mãos no seu pescoço e cintura, depois o arremessei o vampiro na parede sólida em pleno vôo. Ergui-o pelo pescoço, fiz sinal para os caçadores sair, e eles ficaram olhando um pela janela e outro pela porta. Caminhei até o maldito e ergui-o pelo pescoço, olhei bem para ele com desprezo e mostrando que era seu fim. Arremessei e desta vez na direção da porta. Ele queimou à mão. Ainda teve sorte, pois poderia ter ido parar lá fora.

Ele escapava de mim, realmente era bem rápido, mais com a minha mão fechada faço atravessar toda a sala com tamanha foi a fúria de um soco. Aproveitei vendo ele caído e mordi seu ombro deixando seu braço pendurado, o vampiro enfiou os dedos em meus olhos nossa não deu pra aguentar assim recuei. Ele pegou uma arma numa gaveta, mesmo assim mordi sua perna arrancado-a do joelho pra baixo. Ele disparou tiros na minha direção, balas de prata um tiro, dois tiro e a mira estava em mim, desta vez eu corri um tiro pegou no meu braço e outro nas minhas costas corri para fora da casa não esperava encarar a prata assim dessa maneira. Então uivei alto e fiz meu som ecoar por toda a área. Os caçadores terminaram o serviço, e me sentei no chão os dois caçadores caminharam até a mim e apenas soltaram um papel e me falaram o nome de um lugar " Cidade de Ouro"... Já tinha escutado esse nome, e foi pela boca de meus antigos irmãos.

Fui para a umbra, sou um senhor das sombras nascido na lua cheia ...

Eu sentia um vento forte soprando ainda estava na minha forma crinos, meus olhos buscavam no firmamento sinais dos mensageiros do Avô Trovão, caso não aparecessem eu voltaria para o mundo físico. O tempo passa e eu ali à descançar. Em meio a escuridão da noite umbral, percebi a satisfação no brilho dos olhos de um corvo que me observava, os corvos eram os mensageiros do avô trovão, já tinha muitos ali e cada vez mais corvos sobrevoavam os céus, mas apenas um parou e falou comigo, o mesmo que me observava. Eu retribui o olhar com uma reverência, e assim dirigia a palavra ao espírito, na língua falada por eles:

- Vejo que está satisfeito com minhas ações espírito, perceba que não sou um tolo, treinei muito na umbra e em locais que o avô trovão me guiou, sobrevivi e sigo assim sobrevivendo e seguindo meu destino. Me traz uma mensagem do Grande Totem?


O Espírito apenas diz:

- O Grande Avô me mandou acompanha-lo em sua jornada à Cidade de Ouro.
Não tenho todas as respostas, posso ler sua mente então antes que me faça essa pergunta tenho que te dizer... Juntos iremos descobrir. Agora, siga seu caminho vou te abrir um portal, siga, se veremos em breve. E não se esqueça estou com você.




Assim Vibe o Garou chega na Cidade de Ouro.


Que Gaia esteja conosco!!!



Cronica By: Eduardo Teixeira

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