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- Blog: Cronicas e Contos de RPG - Eduardo Teixeira (textos protegidos, sua reprodução é proibida sem a autorização prévia do autor).

SOBRE A LEITURA: VAMOS LER, POIS LER É APRENDER.


A importância da leitura vem a cada dia ganhando força em seus diversos segmentos, pois é um dos requisitos básicos na aprendizagem do indivíduo. O ato de ler é muito importante, pois a leitura vem aos poucos contribuir para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos a extensão e a profundidade de cada texto lido.

Quem lê muito escreve bem

Não há como negar que ler contribui para a desenvoltura na escrita, pois vamos incorporando bons modelos de estruturação das ideias, ampliando repertórios, conhecendo novas palavras. Porém, é comum encontrarmos pessoas que leem muito, mas encontram dificuldades para escrever. Pode ser que isso ocorra pela qualidade da leitura. A leitura para a apreensão de conteúdos é básica; no entanto, se também prestarmos atenção na forma como os textos são compostos, podemos usufruir de todo o conhecimento a respeito da linguagem que uma leitura efetiva pode proporcionar e, assim, vamos nos tornando capazes de compor bons textos.

Vale a dica: Estar atento aos modos particulares de escrever dos diferentes autores, em especial daqueles que apreciamos, pode ser um prazer a mais na leitura. Pensar em como você próprio escreveria sobre o tema (e aventurar-se a escrever!), valendo-se do conhecimento dessas inúmeras possibilidades, ajuda-o no aperfeiçoamento de sua própria escrita.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

BG Vibe Timeless - Elfos (Elfo das sombras)


Nome: Vibe Timeless

Idade: desconhecida

Animal de estimação: Camaleão

Raça: Elfo

Sub Raça: Elfo das sombras


Aparencia Física: Magro mais corpo definido, orelhas grande e pontudas na orelhas muitos brincos, voz grossa e roca , muitas cicatrizes pelo rosto e pelo corpo.

Grau de Espiritualidade: Acredita em espiritismo.

Estilo Sociail de vida: Solitário


Atributos Físicos: Força, Destreza e Vigor.

Atributos Sociais: Carisma e Manipulação.

Atributos Mentais: Percepção, Inteligência e Raciocínio.


Virtudes: Confie em si mesmo.

Defeitos: Sombrio, imperdoável , solitário.

Qualidades: Nunca desiste de seus objetivos, não importando eles qual for .

Fobia (medo): Medo de altura.

Equipamentos: Zarabatana e Adaga.



História do personagem:

Nascido com o povo de seu pai, o povo dos elfos das sombras, no extremo sul, o gemeo Vibe foi o escolhido e raptado por Édipo, um poderoso demonista, para ser sacrificado em nome do demônio Lucifer.

Seu irmão, Philis foi entregue nos braços de sua mãe, Elena, enquanto mentiam sobre a morte do outro gemeo.

O ritual profano seria realizado por Édipo na floresta élfica dos elfos das floresta. Seria, se não fosse a intervenção dos elfos florestais daquele lugar. Todos morreram perfurados por flechas élficas. Os elfos, então, acolheram a criança que seria sacrificada julgando ser este o destino dele.

(Vibe não conhece os fatos até aqui descritos, pois os elfos da florestas nunca lhe contaram).

***

Só soube que fui acolhido por elfos da floresta quando ainda sequer sabia falar. Na minha alma, eu sempre me perguntava o porquê disso. Essa palavra, “acolhido”, é um exagero, claro. Os elfos da florestas, extremamente xenófobos, nunca admitiram a permanência de outro “estranho”, além de mim, nas suas sagradas florestas. Nunca recebi o carinho de qualquer “mãe” e continuamente sofria perseguições das outras crianças élficas na minha infância, alem da minha pele ser de cor diferente da deles.

Sempre soube que era adotado; o velho sacerdote do templo, fazia questão de me dizer isso a cada oportunidade. Entende meus questionamentos agora? Será que o morrer abandonado não teria sido menos sofrido? Nessa época, realmente, não me importava em fazer o trabalho pesado, numa tentativa desesperada de uma criança em ser aceita. Todo meu trabalho era nada para eles... Toda a minha infância, nunca haviam me ensinado o Élfico, nem letras nem palavras. Aprendi a falar sozinho.

Como eu era mais forte que eles na média, fui designado para ser treinado. Eles confiavam apenas no arco e alguns poucos usavam espadas. Queriam que me tornasse um arqueiro, porém a essa altura já estava revoltado com a maneira como todos me tratavam e rejeitei o treinamento militar dos elfos da floresta. Obviamente, fui punido. Como punição, me colocaram na escória de toda a sua sociedade, a pior ocupação para um elfo: eu seria um lenhador. Era engraçado, cômico mesmo, já que no inverno todos precisavam de lenha, mas oravam antes, durante e após a queima, com medo que os Deuses os desgraçasse.

Bom eu já dominava as sombras, poderia me camuflar nas sombras, minha propria sombra criava vida aos meus comandos e por fim eu era mesmo diferente da queles elfos, era um elfo das sombras...

Como nas outras estações eu ficava mais livre e, embora os elfos mais jovens jamais admitissem, era muito inteligente, por isso fui recebido como pupilo por Eliad. Poucos realmente ficavam. Passei então a acreditar nas palavras que o velho sempre dizia: “só é abençoado os escolhidos. Os outros são leigos, nada mais”.

Eliad me ensinou a escrita élfica, história, geografia e princípios de teoria mágica. Aos cento e treze já havia dominado a língua élfica, a lógica dos números e já sabia concentrar Energia Elétrica nas mãos, mesmo que ela não saísse de lá. Foi aí que recebi meu primeiro sobrenome - Timeless, que significa “meia-luz”. Nunca mais parei de aprender. Conheci a manipulação de luz e escuridão e poderia até matar um desavisado com o raio que eu liberava, apesar da dificuldade em me concentrar. Sobre as sombras eu não tinha mais o que aprender pois já sabia tudo e também estavo ciente que eu era um elfo das sombras, as sombra era minha companheira. Dentro de um ano iria começar a aprender manipulação de ilusões, o trunfo dos elfos. Sim, ainda que essa idéia desagradasse sobremaneira os elfos das florestas. Isso me aborrecia, mas sempre confiei em Eliad (afinal ele me ensinou muito e me apoiou como um pai faria a um filho). Nessa época, eu tinha pouco mais que cento e quinze anos.

Os anos se passam e eu me tornei mais forte do que esperava e então saio em busca de avenura...


***


Em alguns momentos, nós controlamos o nosso destino. Foi assim que, deixando o povo dos elfos da floresta, depois de tantos anos de lutas e aventuras, busquei conhecer o mundo que me foi negado quando era criança. Nunca soube sobre o paradeiro de meus verdadeiros pais, nem verdades, nem boatos. Talvez os elfos soubessem.

Resolvi, então, seguir minha jornada. Não foi fácil, tive que me unir a um grupo de aventureiros que seguiam na mesma direção. Eles estavam a procura de uma espada mágica. O mago desse grupo me disse o poder que eu arregava era muito grande.

Como eu segui para MW, ele me disse para procurar yodinha, que ela estaria disposta a me auxiliar. Ele estava certo. Assim que cheguei, fui recebido pelos elfos.
Busquei o poder dos elementalistas, como vi no último grupo de aventureiros no qual pertenci. Procurei conhecer os ventos e a terra. Sabia que o fogo era importante, mas a Luz mais do que supria sua falta para mim. Por haver poucos mestres nos mistérios das águas, nunca me interessei por essa arte. Continuei a treinar nas sombras. Conheci o terror dos necromantes, revivi o poder das ilusões e li sobre os deuses.

***

Meu destino é MW. Quem sabe o que os deuses guardam para o futuro?



AUTOR: Vibe Timeless

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

BG Anderson Tremmor - Elfos


Nome: Anderson Tremmor
Idade: 124
Raça: Elfos
Sub-raça: Elfo da Floresta
Armas: Arco e Flecha e Espada

História:

A guerra entre elfos e drows deixou marcas profundas em Anderson com a morte de seus pais...

Alguém nasce em meio a floresta... Anderson Tremmor era seu nome...

Ele parece mover-se nas árvores rapidamente, sua flechas não custumam errar o alvo, sua espada não custuma ter piedade de seus inimigos mais sua bondade era sua maior arma. Os drow rapitam varios elfos da floresta e Anderson vai atrás para salva-los. Sem saber se ia conseguir fica seu pensamento em seu povo e assim dando mais força segui em frente, Anderson move-se entre areias-movediças, sendo alvo de traições, tentativas de assassinato e ataques. Passa por todos os obstaculos e chega aonde estava os elfos em silêncio, mata os drow e o restante foge. Anderson pega o lider deles, do qual o mesmo pedi para não o matar, Anderson deixa o drow viver tendo piedade dele e quando vira as costas antes que o drow atingisse-o, seu corpo estava morto com uma flecha cravada no pescoço. Salvando os elfos Anderson fica famoso. Os elfos de seu povo pensava que estava tudo tranquilo, mas em vez disso, são confrontados com novas (e antigas) ameaças. Felizmente, pelo caminho existem também nobres aliados. Assim Anderson tremor vive para defender seu povo e lutar pela segurança da paz e da natureza.




AUTOR: Eduardo Teixeira

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

BG Marry Weimes - Elfa Guerreira



Nome: Marry Weimes
Espécie: Elfa Guerreira

Atributos: Sentidos aguçados , Inteligencia e Rapidez.

Físico: É branca e de lindos cabelos negros , olhos azuis e de grande estatura, e de uma força magnifica . É uma guerreira resistente e nao se entrega facil ao inimigo. Se tiver que ficar horas lutando, luta ate o fim de suas forças que são muitas.
Tem o sentido aguçado e sente o cheiro do inimigo de longe e
precente o perigo de perto.

Mental: Pensamento rápido e Inteligencia

Social: Carinhosa e Amigavel

Disciplina: Domina a arma com destreza e agilidade e suas magias tem um alto alcance.

Humanidade: 30%

Descrição Fisica: 1.89m de altura, cabelos negros e longos , pele branca, essa forma e a humana e a elfica.

Virtude: Guerreira e Leal

Defeitos: Perpeccionista e Ansiosa


Descrevo-me Agora

Acordei com os raios do Sol a perfurar-me os meus olhos azuis. O meu sono tinha sido profundo. O silencio incomodava-me. Perguntei-me o que se estaria a passar para não ouvir o cantarolar dos pássaros nesta manhã. Meus cabelos, que são de um tom negro e bastante comprido, por vezes me trazem dificuldades em mover-me. Sou de estatura alta e de pose correcta e elegante. Mas deixando um pouco esta preocupação de lado, vou apresentar-me. Marry é o meu nome. É um prazer. Foi a minha mãe que o escolheu. Marry é nome de uma guerreira Elfa do seculo passado, foi-me dado esse nome em homenagem a essa guerreira imortal e de uma beleza envolvente.

Vou contar-lhes a historia da minha mãe, ai saberão quem eu sou.
Em 1350 nascia a minha mãe em Valfenda, uma aldeia de humanos encantadora que atraía o povo das demais regiões vizinhas em passeio turístico.

Atrás dessa pequena cidade havia uma floresta cercada por montanhas encantadas.Rezava a lenda daquele lugar que ninguem poderia aproximar-se daquela floresta, pois dentro dos vales entre as mais escuras montanhas que cercavam a floresta viviam os Elfos negros, conhecidos como drows, de temperamento agressivo, considerados malvados, capazes de matar qualquer humano que se aproximasse.

Os humanos conheciam tal floresta como lar dos drow e chamavam-na de ORCHI.

Minha mãe cresceu nessa cidade filha única de uma dona de casa e de um carpinteiro que fazia todos os tipos de trabalho na aldeia para que nada faltasse a sua familia.Seu pai trabalhava de sol a sol para o sustento enquanto a sua mãe ficava em casa cuidando dela, filha unica e sempre agarrada a figura materna.

Em 1368 aos 18 anos, chegara a maioridade para minha mãe e com isso a liberdade de ir e vir dos lugares em Valfenda. Em uma bela tarde minha mãe resolveu conhecer aquela floresta por trás daquelas montanhas encantadas, estimulada pela curiosidade.

Ao entrar na floresta ela foi cercada por elfos de todos os lados, mais nao eram Elfos negros, de pele com ton grafite que todos os habitantes de Valfenda tanto temiam, mas seres alvos, lindos, grandes, do olhos com cores impossíveis aos humanos e de cabelos reluzentes. Uma beleza de deixar qualquer ser humano apaixonado.

Minha mãe assustada olhou para cada ser que a estava cercando, quando de repente os olhos dela pararam deslumbrados com um determinado elfo de uma beleza extraordinaria. Ele correspondeu aos olhares dela, e eles ficaram se olhando um bom tempo ate que quando ela percebeu so estavam os dois sozinhos na floresta.

Mortiur era o nome daquele elfo por quem minha mae se apaixonou perdidamente.Eles se encontraram muitas vezes depois daquele primeiro encontro, um romance as escondidas, que ninguem imaginava naquela cidade pequena, ate que ela engravidou, um susto e uma alegria ao mesmo tempo,pois dentro dela estava uma criança metade humana e metade elfa.

Os pais dela descobriram sua gravidez com o passar dos meses e logo toda a cidade saberia. Assustada e temendo pela segurança de seu bebê, ela fugiu para a floresta ao encontro do amor de sua vida.

Eu nasci e cresci entre os elfos, desenvolvendo com eles todas as habilidades que um meio elfo pode ter. Não me sentia diferente entre eles e nem eles me tratavam diferente.Era como se tivesse o sangue puro.

Antes mesmo de eu nascer, havia em nosso clã uma jovem guerreira, cuja coragem era admirada por todos, inclusive por meu pai que a conhecera seculos antes. Embora minha mãe nunca tivesse visto, naquela floresta haviam sim os drows e essa guerreira protegia a vila elfa dos seres da escuridão.Essa jovem desapareceu em batalha, mas jamais fora esquecida. Por isso eu recebi seu nome: Marry Weines.

Cresci com a idéia de tornar-me uma guerreira tão especial quanto a primeira que carregou esse nome.Sei que sou meio humana, porém isso nunca foi uma dificuldade para mim. Cresci olhando os seres humanos de Valfenda, vivendo sua vidinhas tranquilas ignorando nossa presença lá de cima das montanhas.

Fui treinada para proteger minha espécie, meu clã assim como meu pai foi. Dele eu herdei a elegancia, a altura e porte. De minha mãe as feições humanas, que me deixam em vantagem quando caminho camuflada entre eles.

Com a morte de minha mãe, meu pai resolveu partir para uma importante missão, proteger um anel que ameaçava o planeta e me deixou aos cuidado de meu clã. Se despediu de mim e se foi em direção a sua missão.

Resolvi entao conhecer lugares novos para se viver , resolvi partir na manha seguinte ,certa que encontraria aventuras e desventuras nesse caminho escolhido.
Ate que cheguei a uma cidade chamada Medieval World ( "MW") misteriosa e ao mesmo tempo enpolgante .

Fui acolhida por uma raça de Elfos que me receberam com muita alegria e amor. E hoje o meu lar é aqui em "MW" onde vivo no Lar dos Elfos.
E sempre me lembrarei da historia de amor de meus pais , se nao fossem eles hoje eu nao estaria aqui e nao seria uma ELFA GUERREIRA.


Nome do personagem:Marry Weimes

AUTORA: fabiana belinski





PARABENS.
Obrigado por dividir dua cronica/BG com RPGistas do Brasil todo.




É OS ELFOS DOMINANDO O BLOG!!!!!!!!!!!!

MMORPG





IMAGEM RETIRADA DO NOSSO PARCEIRO: http://zombie-nerd.blogspot.com

Naga


As nagas são criaturas muito inteligentes que possuem uma enorme variedade de poderes mágicos. Elas dominam naturalmente o ambiente ao seu redor, utilizando proteções sutis e armadilhas elaboradas para impedir que os intrusos perturbem sua paz.
Todas as nagas têm um corpo ofídio longo, coberto por escamas reluzentes e um rosto parcialmente humano. Seu comprimento varia entre 3 e 6 metros e elas pesam entre 100 e 250 quilos. Os olhos de uma naga são brilhantes e inteligentes e ardem com uma luz quase hipnótica.
Combate: As nagas preferem magias a outras formas de combate. Como são encontradas quase sempre nos covis que protegem e conhecem muito bem, são capazes de planejar a maioria de seus encontros, para que ocorram conforme sua vontade.
Naga Aquática: Esta criatura possui uma cabeça parcialmente humana e um corpo de serpente, coberto por padrões reticulados verde-esmeralda. Espinhos vermelhos incandescentes e laranjas emergem de sua coluna.
As nagas aquáticas geralmente possuem um temperamento ruim e são perigosas, mas costumam não atacar ou matar, a menos que sejam ameaçadas.
Os espinhos de uma naga aquática ficam eriçados quando ela está irritada.
As nagas aquáticas falam os idiomas aquan e comum.
Combate: As nagas aquáticas preferem ficar submersas na água enquanto conjuram suas magias de ataque.

Naga Espiritual: Esta cobra repugnante possui um corpo negro, envolto em faixas escarlates e brilhante. Sua cabeça é vagamente humana, com cabelos pegajosos. O odor de carne em decomposição preenche o ar em seu covil.
As nagas espirituais são conhecidas pelo hábito de viver em ruínas e locais distantes; elas são malignas por natureza e procuram causar dano a qualquer criatura sempre que possível.
As nagas espirituais falam os idiomas abissal e comum.
Combate: As nagas espirituais confrontam seus inimigos frontalmente, para utilizar o potencial máximo de seus ataques visuais. Elas investem com velocidade para morder os adversários que resistem ou evitam seu olhar.

Naga Guardiã: Esta linda criatura lembra uma serpente com face humana e escalas verde douradas. Um adorno dourado parte do topo da cabeça e termina na ponta da cauda. Ela exala um doce cheiro de flores frescas.
Sábias e bondosas, as nagas guardiãs freqüentemente protegem locais sagrados ou os vigiam contra ataques malignos.
Uma naga guardiã costuma levantar sua crista quando está irritada.
Elas falam os idiomas celestial e comum.
Combate: Uma naga guardiã costuma advertir os intrusos antes de atacá-los. Se o aviso for ignorado, elas deflagram uma investida mágica ou cospem veneno.

Naga Negra: Essa criatura é similar a uma serpente, mas sua pele é púrpura e recoberta por escamas finas, muito semelhante a uma enorme enguia. Sua cauda termina em um ferrão farpado. Sua cabeça lembra uma enguia, mas possui uma face humana.
As nagas negras são famosas por suas armadilhas e conspirações. Não é raro que forjem alianças com outras criaturas malignas para capturar presas e acumular riqueza com mais facilidade.
Elas falam os idiomas comum e infernal.
Combate: As nagas negras preferem lutar em posições elevadas, onde podem obter um panorama melhor do campo de batalha e permanecer fora de alcance.

Pássaro Roca


Esta criatura é um pássaro enorme, quase do tamanho de uma casa.

Os pássaros roca são aves de rapina imensas, incrivelmente fortes, que habitam as regiões montanhosas e quentes e são famosas por arrebatar animais enormes (gado, cavalos e até elefantes).
A plumagem dos pássaros roca é marrom escura ou dourada da cabeça até a cauda. Em ocasiões muito raras, foram avistados pássaros roca vermelhos, preto ou brancos, mas freqüentemente eles são considerados um mau presságio. Essas criaturas gigantescas têm 10 m do bico até a base da cauda, com envergadura de quase 25 m.
Os ninhos dos pássaros roca são amplos, feitos de árvores, ramos e madeira. Eles preferem construí-los no pico das montanhas, longe dos outros pássaros roca, para evitar o esgotamento de seu suprimento de comida; eles caçam dentro de um raio de 15 quilômetros em torno de seus ninhos.
Combate: Um pássaro roca realiza ataque aéreos, mergulhando em direção a terra para arrebatar sua presa com as garras e depois carregá-la para si ou para arrebatar sua presa com as garras e depois carregá-la para se ou para seus filhotes devorarem. Um pássaro roca solitário estará caçando e atacará qualquer criatura média ou maior que pareça comestível. Um casal atacará em conjunto e lutará até a morte para defender seu ninho e seus filhotes.

O basilisco


O basilisco é um réptil monstruoso capaz de petrificar as criaturas vivas com um olhar. Sobreviver a um encontro com essa criatura exige uma preparação cuidadosa ou uma sorte considerável.

Os basiliscos são encontrados em quase todos os climas, e também em áreas subterrâneas. Eles tendem a se abrigar em tocas, essas tocas se distinguem das demais pela presença de estatuas de pedras extremamente realistas, que na verdade são as vitimas anteriores da criatura.

Os basiliscos são onívoros conseguindo também consumir suas vitimas petrificadas. São considerados ótimos guardiões, desde que se tenham poderes necessários para capturar e manter um. Com o corpo marrom escuro e a barriga amarelada, essa criatura atinge 4 metros aproximadamente, e apesar dos quatro pares de patas, são extremamente lentos.

Sua capacidade de petrificar e sua mandíbula são suas maiores armas, mas se alguém ao invés de tentar destruí-lo apenas correr dele, enfrentara nada mais que uma perseguição desinteressada e lenta. Não possui o hábito de atacar, preferindo que suas vítimas ou presas se aproximem.