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- Blog: Cronicas e Contos de RPG - Eduardo Teixeira (textos protegidos, sua reprodução é proibida sem a autorização prévia do autor).

SOBRE A LEITURA: VAMOS LER, POIS LER É APRENDER.


A importância da leitura vem a cada dia ganhando força em seus diversos segmentos, pois é um dos requisitos básicos na aprendizagem do indivíduo. O ato de ler é muito importante, pois a leitura vem aos poucos contribuir para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos a extensão e a profundidade de cada texto lido.

Quem lê muito escreve bem

Não há como negar que ler contribui para a desenvoltura na escrita, pois vamos incorporando bons modelos de estruturação das ideias, ampliando repertórios, conhecendo novas palavras. Porém, é comum encontrarmos pessoas que leem muito, mas encontram dificuldades para escrever. Pode ser que isso ocorra pela qualidade da leitura. A leitura para a apreensão de conteúdos é básica; no entanto, se também prestarmos atenção na forma como os textos são compostos, podemos usufruir de todo o conhecimento a respeito da linguagem que uma leitura efetiva pode proporcionar e, assim, vamos nos tornando capazes de compor bons textos.

Vale a dica: Estar atento aos modos particulares de escrever dos diferentes autores, em especial daqueles que apreciamos, pode ser um prazer a mais na leitura. Pensar em como você próprio escreveria sobre o tema (e aventurar-se a escrever!), valendo-se do conhecimento dessas inúmeras possibilidades, ajuda-o no aperfeiçoamento de sua própria escrita.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Naga


As nagas são criaturas muito inteligentes que possuem uma enorme variedade de poderes mágicos. Elas dominam naturalmente o ambiente ao seu redor, utilizando proteções sutis e armadilhas elaboradas para impedir que os intrusos perturbem sua paz.
Todas as nagas têm um corpo ofídio longo, coberto por escamas reluzentes e um rosto parcialmente humano. Seu comprimento varia entre 3 e 6 metros e elas pesam entre 100 e 250 quilos. Os olhos de uma naga são brilhantes e inteligentes e ardem com uma luz quase hipnótica.
Combate: As nagas preferem magias a outras formas de combate. Como são encontradas quase sempre nos covis que protegem e conhecem muito bem, são capazes de planejar a maioria de seus encontros, para que ocorram conforme sua vontade.
Naga Aquática: Esta criatura possui uma cabeça parcialmente humana e um corpo de serpente, coberto por padrões reticulados verde-esmeralda. Espinhos vermelhos incandescentes e laranjas emergem de sua coluna.
As nagas aquáticas geralmente possuem um temperamento ruim e são perigosas, mas costumam não atacar ou matar, a menos que sejam ameaçadas.
Os espinhos de uma naga aquática ficam eriçados quando ela está irritada.
As nagas aquáticas falam os idiomas aquan e comum.
Combate: As nagas aquáticas preferem ficar submersas na água enquanto conjuram suas magias de ataque.

Naga Espiritual: Esta cobra repugnante possui um corpo negro, envolto em faixas escarlates e brilhante. Sua cabeça é vagamente humana, com cabelos pegajosos. O odor de carne em decomposição preenche o ar em seu covil.
As nagas espirituais são conhecidas pelo hábito de viver em ruínas e locais distantes; elas são malignas por natureza e procuram causar dano a qualquer criatura sempre que possível.
As nagas espirituais falam os idiomas abissal e comum.
Combate: As nagas espirituais confrontam seus inimigos frontalmente, para utilizar o potencial máximo de seus ataques visuais. Elas investem com velocidade para morder os adversários que resistem ou evitam seu olhar.

Naga Guardiã: Esta linda criatura lembra uma serpente com face humana e escalas verde douradas. Um adorno dourado parte do topo da cabeça e termina na ponta da cauda. Ela exala um doce cheiro de flores frescas.
Sábias e bondosas, as nagas guardiãs freqüentemente protegem locais sagrados ou os vigiam contra ataques malignos.
Uma naga guardiã costuma levantar sua crista quando está irritada.
Elas falam os idiomas celestial e comum.
Combate: Uma naga guardiã costuma advertir os intrusos antes de atacá-los. Se o aviso for ignorado, elas deflagram uma investida mágica ou cospem veneno.

Naga Negra: Essa criatura é similar a uma serpente, mas sua pele é púrpura e recoberta por escamas finas, muito semelhante a uma enorme enguia. Sua cauda termina em um ferrão farpado. Sua cabeça lembra uma enguia, mas possui uma face humana.
As nagas negras são famosas por suas armadilhas e conspirações. Não é raro que forjem alianças com outras criaturas malignas para capturar presas e acumular riqueza com mais facilidade.
Elas falam os idiomas comum e infernal.
Combate: As nagas negras preferem lutar em posições elevadas, onde podem obter um panorama melhor do campo de batalha e permanecer fora de alcance.

Pássaro Roca


Esta criatura é um pássaro enorme, quase do tamanho de uma casa.

Os pássaros roca são aves de rapina imensas, incrivelmente fortes, que habitam as regiões montanhosas e quentes e são famosas por arrebatar animais enormes (gado, cavalos e até elefantes).
A plumagem dos pássaros roca é marrom escura ou dourada da cabeça até a cauda. Em ocasiões muito raras, foram avistados pássaros roca vermelhos, preto ou brancos, mas freqüentemente eles são considerados um mau presságio. Essas criaturas gigantescas têm 10 m do bico até a base da cauda, com envergadura de quase 25 m.
Os ninhos dos pássaros roca são amplos, feitos de árvores, ramos e madeira. Eles preferem construí-los no pico das montanhas, longe dos outros pássaros roca, para evitar o esgotamento de seu suprimento de comida; eles caçam dentro de um raio de 15 quilômetros em torno de seus ninhos.
Combate: Um pássaro roca realiza ataque aéreos, mergulhando em direção a terra para arrebatar sua presa com as garras e depois carregá-la para si ou para arrebatar sua presa com as garras e depois carregá-la para se ou para seus filhotes devorarem. Um pássaro roca solitário estará caçando e atacará qualquer criatura média ou maior que pareça comestível. Um casal atacará em conjunto e lutará até a morte para defender seu ninho e seus filhotes.

O basilisco


O basilisco é um réptil monstruoso capaz de petrificar as criaturas vivas com um olhar. Sobreviver a um encontro com essa criatura exige uma preparação cuidadosa ou uma sorte considerável.

Os basiliscos são encontrados em quase todos os climas, e também em áreas subterrâneas. Eles tendem a se abrigar em tocas, essas tocas se distinguem das demais pela presença de estatuas de pedras extremamente realistas, que na verdade são as vitimas anteriores da criatura.

Os basiliscos são onívoros conseguindo também consumir suas vitimas petrificadas. São considerados ótimos guardiões, desde que se tenham poderes necessários para capturar e manter um. Com o corpo marrom escuro e a barriga amarelada, essa criatura atinge 4 metros aproximadamente, e apesar dos quatro pares de patas, são extremamente lentos.

Sua capacidade de petrificar e sua mandíbula são suas maiores armas, mas se alguém ao invés de tentar destruí-lo apenas correr dele, enfrentara nada mais que uma perseguição desinteressada e lenta. Não possui o hábito de atacar, preferindo que suas vítimas ou presas se aproximem.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Cronica "Revelacao e Simpatia - ELFOS





Crônica "Revelação e Simpatia - A Receita Secreta de Mucupata

Fazia um belo dia, o sol brilhava no horizonte, não havia vento e a atmosfera parecia adormecida, uma leve preguiça pairava no ar. Kiara Arun caminhando lentamente chegou na taberna, observou o sol pelas frestas de uma velha janela em que havia se recostado. Esticou seu corpo e virou-se, quando percebeu que havia outras moças por ali, educadamente as saúda.

Lenora Coage que caminhava solitária pelo vilarejo, um pouco cansada e sedenta, ao avistar a taberna que estava procurando decidiu entrar para beber algo forte, tinha uma missão importante naquele dia, precisava conseguir as informações.

Jolli Breda, que também passava pela vila, ao se deparar com a taberna indicada entrou para observar o ambiente e conseguir o que precisava.

As moças se olharam imaginavam cenas e conversas, pediram bebidas, se cumprimentaram, mas havia certa desconfiança no ar, alguma solidão, uma singela tentativa de aproximação. As três donzelas tentaram iniciar alguma conversa, ofereceram bebidas e sorrisos, olhares duros, sofridos e alguma simpatia.

Quebrando a timidez do encontro, Lenora, decidida, se aproximou da moça de vestido vermelho (Jolli) e perguntou de forma direta a ela se tinha informações para lhe fornecer.

No interior da taberna um moço (felipe Clarity) solitário bebia um cálice de vinho, tomado por uma visível angústia, sacou sua adaga e fez um pequeno corte em seu pulso, deixando cair algumas gotas de sangue no cálice. Em seguida, tomou um gole do vinho, levantou-se e cumprimentou os presentes, mas se retirou em seguida.

Jolli Breda se impressionou com a cena do moço se ferindo e bebendo o próprio sangue e, trêmula, sorriu disfarçadamente e nem sequer respondeu à pergunta que Lenora lhe fizera.

No outro extremo da taberna, sentada a uma mesa escondida, em frente ao velho balcão de madeira, a moça ( Pri Fravoisse) ao avistar Jolli, levantou-se sobressaltada a interpelando sobre alguma informação que estaria no poder da moça.

O clima fica tenso com o interrogatório de Lenora e Pri. Jolli, já mais calma com a saída do moço, apenas responde que ficara ciente de que algo estranho estava acontecendo na floresta, alguns animais estavam sendo sacrificados e seus corpos permaneciam estirados pela mata adentro.

As duas moças (Lenora e Pri) sem compreender a resposta de Jolli, tentam decifrar algum código secreto contido na frase por ela pronunciada. Pri tinha certeza de que estava no local correto onde encontraria as informações necessárias para seguir seu caminho, sabia também que cada uma das três moças continham fragmentos de uma frase que unidos dariam o sentido que buscavam.

Lenora se antecipa e revela a parte do texto que guardava e, com a troca, as moças conseguiram decifrar o que necessitavam:

“A liderança dos amaldiçoados é meu fardo, e não seu. Você faria bem, contudo, em se perguntar se sua não-vida traz benefícios ou prejuízos às crias de Caim. Eu já tirei minhas conclusões."

No exato instante em que terminou de declamar a frase, Lenora Coage correu afobada e entrou na cozinha da taberna, precisava preparar com urgência um prato de origem africana, isso fazia parte de um ritual que ela deveria realizar. Agitada, levantou seus olhos e verificou que os ingredientes necessários estavam na despensa da taberna: arroz, feijão-soroco, três cocos, água e sal.

Pri, consciente de que a liderança dos reinos dependia da união das moças, percebeu com clareza que suas palavras faziam total sentido e correu para a cozinha para auxiliá-la no preparo do prato misterioso de nome “Mucapata”.

Lenora, enquanto esperava o molho da mucapata secar, gargalhava na cozinha satisfeita em ter conseguido obter a revelação que buscara há tanto tempo, agora só era necessário finalizar a segunda etapa de sua missão, auxiliada pelas duas outras moças. Precisava preparar, o ,ais rápido possível aquela guloseima e degustá-la junto as outras duas moças, que eram suas parceiras nessa missão até então sigilosa.

As moças ajudaram Lenora e em pouco tempo a Mucupata estava pronta, quente, saborosa e repleta de mistério.

Jolli Breda percebe que aquela mulher ficou bem diferente depois das informações obtidas e da degustação da Mucapata e pensa : Por que será?

As três moças se retiram da taberna, mas a pergunta ficou no ar: o que significaria aquela frase e por que a preparação do tal prato africano. Quem sabe alguém em algum tempo poderia responder a essas questões...


Crônica por Lenora Coage - Elfos

Cronica "O Segredo Elfico"


O Segredo Élfico (Parte I)


Era um dia abafado, ar carregado e quente; sol pálido e fraco, contudo a tranquilidade pairava no ar. A cidade de Lendas Urbanas deitava na calmaria típica do mês de fevereiro, havia poucas criaturas pelos recantos. Durante a tarde, a senhora (Pupilaca Aries) caminhava tranquila pelas ruelas escuras e enevoadas em busca de algo que a mantivesse acessa, já não possuía o frescor da juventude, mas possuía a larga vontade de viver. Era hábito constante esbanjar alegria, parceria e solidariedade, mas naquele dia esperava algo mais caloroso da vida, da cidade, do mundo.

Percorrendo os espaços conhecidos da cidade, sem achar interesse, entra em sua casa e aguarda com desejo o pôr do sol. Amava aquele momento especial de cada dia, mesmo ao lado de sua solidão. Ouve, porém, um chamado - era seu filho amado (Shingoo).

Preocupada - sentimento típico de uma mãe - pensa que poderia ter acontecido algo de mau a ele e corre sem pensar até sua casa, entra em busca de seu rebento e o vê sozinho. Aliviada, apenas diz: boa tarde filhote!

O filho (Shingoo) ao ver sua mãe corre em direção dela e fala, com receio e em tom de voz baixo, bem junto a seu ouvido : Mamãe, acho que tem intrusos em nossa casa !!

O menino estava correto, porque, poucos minutos antes, uma moça (Lenora Coage) que caminhava pelas ruas, ao avistar tão bela casa, com um jardim coberto de flores rosas se enebria com a beleza e adentra a casa sem ser convidada, decidindo conhecer o local.

O dia prometia, posto que outra moça (Jacke Hale) chega à casa para tomar um café com seu irmão (Shingoo) e se depara com mais pessoas, fica curiosa e decide investir no acontecimento. A mãe, bondosa, vai à cozinha fazer o café e observa que a nora não está presente, estranha, mas via pessoas chegando e decide às pressas oferecer o café quente às visitas. Ao avistar a moça (Lenora) fala: boa tarde minha senhora, quer tomar um café recém feito?

O filho (Shingoo) olha curioso para a senhora (Lenora ) que acabara de chegar e, sem jeito, a questiona sobre os motivos que a levavam a estar na casa dele, sozinha, em hora tão perigosa. A moça, tentando responder a tudo com simpatia, apenas aceita o café da senhora, dizendo apreciá-lo muito.

A irmã (Jacke) observava intrigada, enquanto a mãe (Pupilaca) se preocupava com os afazeres de uma típica dona de casa, mas, sem esquecer de seu cuidado com visitas, tenta entreter os convivas perguntando sobre a vida e às tarefas a serem cumpridas ao seu filho.

O filho (Shingo) sem saber ao certo se havia cumprido suas tarefas, teme em falhar com sua idolatrada mãe (Pupilaca) em alguma obrigação doméstica, fica pensativo e se recosta numa árvore do jardim. A mãe observando a bela moça (Lenora) fica desconfiada e a questiona: Você, mocinha, é amiga de meu filho?

Percebe-se que nesse momento o rapaz (Shingoo) sua mais intensamente, mas ainda assim consegue pronunciar algumas palavras à moça, tentando responder a pergunta de sua mãe: Somos amigos, mãe e se essa senhora (Lenora) quiser, pode ficar aqui ou até morar aqui por uns tempos, não há problema.

O ambiente fica tenso, todavia as pessoas firmes disfarçam seus sentimentos, mexem seus corpos pesadamente, respirando com evidência. Lenora, porém, tenta enfrentar as adversidades, as pessoas e o local e fala com coragem a senhora (Pupilaca): sim, na verdade sou amiga de seu filho sim, por isso estou aqui, mas talvez nao seja bom que saibam de nossa amizade, por isso não quis revelar no momento que a avistei.

A irmã (Jacke) olha com desconfiança, desaprovação e desprezo, não queria imaginar seu irmão envolvido com aquela criatura e pensa em qual seria o segredo que ele tinha com aquela mulher. A mãe se perde e como boa mulher tenta, com educaçação, agradar a moça (Lenora).

O moço (Shingoo), cada vez mais nervoso, tentava disfarçar falando com a irmã e a mãe coisas que, naquele momento, ficavam sem sentido. A tal intrusa (Lenora) percebe o olhar de reprovação da moça (Jacke), todavia não se abala. Decide calar-se e não dar mais informações sobre a revelação que fizera, caminhado um pouco pelo jardim solta a xícara de café, agora vazia, no chão e pensa em se retirar, não poderia falar tudo naquele dia.

A irmã ficara envergonhada e a mãe, sem jeito, pergunta à moça se ela havia gostado da casa de seu filho. Ele (Shingoo) nervoso corre em direção a sua amiga, a segura pelo braço e pergunta: Por que você vai embora ? Susurra baixinho: - Você me prometeu fazer aquilo, esqueceu ? Por favor, não vai embora agora!

A moça (Lenora) já cansada e desanimada, desiste de falar tudo que precisava e apenas responde que havia gostado da casa, mas que a noite chegava, estava com frio e queria se retirar.

A irmã estava realmente desconfiada e queria saber o segredo que havia entre os dois. A mãe, angustiada, apenas conseguia disfarçar concordando que a noite estava fria. Assim, a moça (lenora) que guardava o segredo repete que a noite havia chegado e estava com frio. Agradece a acolhida mas decide partir, acena para todos com simpatia e sai pela porta da casa, deixando no ar a dúvida do segredo que havia entre ela e o moço (Shingoo) e que ela sabia que iria ainda revelar com todos os detalhes.


Crônica por:
Lenora Coage - Elfos

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

BG - Lenora Coage - MW





BG de Lenora Coage
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Nome: Lenora Coage - Caladhiel
Espécie: Elfa clara da luz (Ljosalfr)

Habitat: Floresta - Elfa das Florestas
Subclasse: Clérico

Atributos:
Físico : capacidade de viajar sobre os raios de sol e atravessar qualquer elemento (possui o corpo transparente)
Mental: Infravisão
Social: tem paixão pela celebração de grandes banquetes com música alegre, trata com presteza aqueles que encontra

Humanidade:
Descrição Física: mãos grandes, boca larga, olhos claros de cor azul, orelhas pontiagudas e cabelos quase brancos
Mentais:Domínio do segredo da natureza e de ervas mágicas
Social: Exerce fascínio sobre os humanos

Habilidades:
Frase que descreve o personagem: Viver o agora da melhor maneira possível
Disciplinas: Conhecimento dos astros
Virtudes: inteligência, curiosidade, rebuscamento, imortalidade
Defeitos: Constituição fraca, arrogância e ódio ao “povo sem fé” (os humanos)

Prológo

Nos bosques verdejantes da terra longínqua de Eloir, habitados por elementais da natureza, donos de uma antiga cultura, amantes das artes, nasce a pequena Elfa Lenora, tradução precisa de Caladhiel (Kah-lah-te-ell), na linguagem éfica. Lenora ou Caladhiel significa Luz e, certamente, esse é o verdadeiro motivo pelo qual sua mãe, filha de um nobre, escolhera seu nome, desejava que ela iluminasse os caminhos por onde passasse. A luz de Lenora, pelo intenso brilho que emanava, sempre exercia certo fascínio sobre as criaturas que encontrava no decorrer de sua vida.

Lenora, uma Elfa da Luz, havia nascido num momento de prosperidade, posto que seu clã encontrava-se em paz e florescendo, embora inimigo dos Elfos Drows, os negros, seu povo conseguia sobreviver sem grandes interferências. Era filha de um renomado Curador que tinha por Lenora um profundo amor e por isso, desde seu nascimento, jurou dedicar-se a sua filha, ensinando tudo que aprendera no decorrer de sua gloriosa vida.

A tribo de Elfos do Bosque - onde Lenora habitava junto a seus pais e seu irmão mais velho - vivia em perfeita harmonia, apesar das adversidades provocadas pelo clã de Drows, os negros. Lenora, desde a mais tenra idade, fora ensinada a ter fé no Eterno, o criador de todas as coisas e maior de todas as forças celestiais. Além da religiosidade que herdara, aprendera diversas habilidades com seu pai que - como um reconhecido Curador - lhe ensinou a magia do mundo natural, o segredo das ervas mágicas como também a utilizar o arco e a flecha.

A dança e a música eram as grandes paixões de Lenora e, depois de um dia árduo estudando a manipulação e utilização das ervas, a Elfa corria para sua casa para dançar ao som da flauta, que seu irmão tão belamente tocava. Embora tivesse uma vida tranquila e abastada, não nutria amor pelo dinheiro, pois para ela o que realmente importava não eram os bens materiais, mas a simplicidade da natureza, a verdade dos sentimentos e a convivência com seu povo; por isso tinha dois valores básicos na vida: Nunca desistir e lutar pela manutenção de sua tribo conciliando sempre seus semelhantes.

Seguindo o exemplo de seu pai, ainda adolescente tornou-se uma Curadora, passando a trabalhar pelo bem-estar de sua tribo, o seu conhecimento sobre as ervas mágicas já era bastante elevado. Nessa ocasião iniciou seus estudos sobre os astros, passando frequentar uma escola do local para se aprimorar ainda mais.

A vida no bosque seguia seu curso e tudo parecia progredir naturalmente até que em uma noite fria de agosto, enquanto os Elfos encontravam-se em seu habitual transe, ouviu-se um estampido e logo após um clarão se iniciou. Os animais do bosque estavam agitados e corriam de um lado a outro como se quisessem alarmar o povo élfico. Rapidamente o clã acordou e viu com tristeza que o bosque estava em chamas, o fogo ardia e devorava tudo com avidez.

Os Elfos em polvorosa não tiveram tempo de recolher seus pertences, só queriam se ver livre daquele inferno que exterminava o bosque. Lenora tinha em suas mãos seu inseparável arco, não pensou em mais nada, correu sem olhar para trás, até chegar num lugar seguro. Ela conseguira se salvar daquele terror, porém, ao deparar com seus companheiros e alguns Elfos Drow sobreviventes, recebeu a notícia que centenas de Elfos, tanto os de superfície como os Drows tiveram seus corpos profundamente destruídos, o que os levou à morte. Seu pai, sua mãe e seu único irmão também não haviam resistido ao fogo e Lenora sentia profunda dor pela perda de sua família, agora só lhe restavam seus amigos da tribo.

- Foram os humanos que incendiaram a floresta! Essa frase proferida pelo Rei dos Elfos de Superfície não lhe saía da cabeça e Lenora, agora, odiava mais ainda aqueles seres que, por não compreenderem a natureza, a destruíam sem dó.

Seguiu com os poucos sobreviventes de sua tribo e alguns adversários Drows viajando por dois meses, sem trégua até que perdeu-se de seu povo. Alguns dias depois chegou sozinha a uma cidade de nome Medieval World, caminhou um pouco mais até alcançarem uma Floresta, era uma área de preservação, bela e segura, com grandes árvores e um lago mais afastado. Ao caminhar pelo vilarejo, tentando conhecer o belo ambiente, Lenora avista uma mulher -a princesa dos Elfos de MW, Yodinha Ghost.

Cansada e entristecida, ao perceber que ali habitava uma tribo de Elfos, Lenora pede para a princesa que a deixe ficar naquele vilarejo e a ela prometeu fazer de tudo para unir e preservar o clã dos Elfos de MW, pois agora, sozinha no mundo, só tinha essa nova família.

A lembrança dolorosa do passado recente e a incerteza do futuro na nova cidade de Medieval World aquietaram o coração da Elfa. Nesse cenário de recomeço, Lenora, profundamente intuitiva, teve a certeza de que aquele seria seu verdadeiro lar, sentia uma forte identificação com aquela natureza sublime e disponível. Olhava cautelosamente cada detalhe do novo ambiente e mirava seus semelhantes. Fitando o céu, logo em seguida, pôde sentir a energia que os astros lhe enviavam, aí sim, certificou-se de que ficaria em Medieval World e faria o possível, lutaria contra tudo e contra todos para preservar aquela Floresta, unir e fazer crescer forte o seu povo Élfico.




AUTORA: Lenora Coage




Obrigada por compartilhar seu BG com os RPGistas e amantes de uma boa cronica do Brasil todo!

Ótimo BG!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Vibe, O samurai




(( Vibe Hoje é um samurai, usei essa história quando joguei de samurai. Boa leitura)).




O Samurai

Vibe nasceu para se tornar o maior samurai de sua época. Órfão criado por um tio, desde cedo se interessou pelas artes militares, dentro delas, estudou Kenjutsu, a Arte da Espada e magias e dons que os samurais conjuravam.

Desde a primeira luta, aos treze anos, conheceu o sabor da vitória. Aos 17 anos, como era comum na época, parte para sua jornada de auto-aperfeiçoamento na qual os samurais viajavam de cidade em cidade procurando oponentes fortes para testar sua habilidade.

Sua katana que foi deixado pelo seu falecido pai , um famoso samurai que foi morto por criaturas das trevas. A katana levou a ter mais de 200 embates entre os 17 e 25 anos, nunca sendo derrotado. Estas disputas quase sempre eram coroadas com a morte do rival e para um samurai a morte era encarada com naturalidade. De fato Vibe era poderoso em conjurar magia, um bom estrategista, corajoso e apto a tomar decisões, por vezes extremas, rápidas. Em guerras e disputas, sua atitude era serena até mesmo diante da morte. Vibe foi um mestre no Caminho da Espada; buscou a perfeição com dons temíveis e mortais.

Aos 28 anos, após vencer varios vampiros ao mesmo tempo , Vibe passou por uma grande mudança espiritual. Vibe sentia que venceu estes duelos não por ter dominado a estratégia, mas por ser mais forte, preparado ou simplesmente por sorte. Passa então a buscar o significado mais profundo do caminho da espada, que o leva a entrar em contato com magias impossíveis de fazer e colocalas na sua katana.

Foi com 30 anos que Vibe finalmente alcançou seu objetivo de compreender os princípios do caminho. Com 32 Vibe se isolou numa ilha onde ficou por 2 ano e oito meses treinando. O resultado foi o um samurai pronto pra derrota qualquer criatura não importando que criatura fosse.

O pai de Vibe morreu em batalha num reino aonde foi chamado de apocalipse por ter todos os tipos de criaturas assim Vibe com 33 anos segui para esse reino.

" DEPEDENDO DA MINHA ESPADA NENHUMA CRIATURA SOBREVIVERA POIS ELA VAI DECIDIR QUEM VAI MORRER ...SE FOR EU VAI SER COM HONRA ."


Eduardo Teixeira!
^^