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- Blog: Cronicas e Contos de RPG - Eduardo Teixeira (textos protegidos, sua reprodução é proibida sem a autorização prévia do autor).

SOBRE A LEITURA: VAMOS LER, POIS LER É APRENDER.


A importância da leitura vem a cada dia ganhando força em seus diversos segmentos, pois é um dos requisitos básicos na aprendizagem do indivíduo. O ato de ler é muito importante, pois a leitura vem aos poucos contribuir para a formação de leitores capazes de reconhecer as sutilezas, as particularidades, os sentidos a extensão e a profundidade de cada texto lido.

Quem lê muito escreve bem

Não há como negar que ler contribui para a desenvoltura na escrita, pois vamos incorporando bons modelos de estruturação das ideias, ampliando repertórios, conhecendo novas palavras. Porém, é comum encontrarmos pessoas que leem muito, mas encontram dificuldades para escrever. Pode ser que isso ocorra pela qualidade da leitura. A leitura para a apreensão de conteúdos é básica; no entanto, se também prestarmos atenção na forma como os textos são compostos, podemos usufruir de todo o conhecimento a respeito da linguagem que uma leitura efetiva pode proporcionar e, assim, vamos nos tornando capazes de compor bons textos.

Vale a dica: Estar atento aos modos particulares de escrever dos diferentes autores, em especial daqueles que apreciamos, pode ser um prazer a mais na leitura. Pensar em como você próprio escreveria sobre o tema (e aventurar-se a escrever!), valendo-se do conhecimento dessas inúmeras possibilidades, ajuda-o no aperfeiçoamento de sua própria escrita.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

SOU UM DEMÔNIO, SEMPRE FUI HAHAHAAHAHAHAH







Minha infância foi ótima, tirando umas facadas e uns tiro que eu levei o resto foi tranquilo, quando somos crianças os tiros que levamos são ruins mais isso me fez crer que se é ruim pra mim, é ruim para os outros também por isso fazia tudo em dobro nas pessoas. Não gosto de apenas matar, mais sim me diverti antes das mortes, sei lá arrancar os pé e mãos da vítima assistir ela com seus membros em seu colo em quanta agonia de dor coisas do gênero foi apenas um exemplo. Minha infância foi mesmo inesquecível, meu pai foi morto na cadeira elétrica no E.U.A assim eu minha mãe e meu irmão fugimos para o Brasil. Meu pai matou mais de duzentos pessoas e ficou pra história. Meu pai, quem diria que eu ia ganhar de você heim seu velho filho da puta HAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAH.

Minha vida começa com uma morte, é foi incrível, gostei de ter feito aquilo, eu já era conhecido como brigão e fui expulso de varias escolas. A morte? A é mesmo, foi por causa de uma garota, ela era linda e sempre dizia “oi” pra mim mais um dia ela estava com o olho roxo e eu perguntei o que houve ela disse que o namorado dela bateu nela. Qui merda odeio que bate em mulheres meu pai sempre batia em minha mãe isso é uma coisa que eu não admito!

Eu era muito feio, na boa sei disso mais gostava na Clarice ela era linda, e eu era um carinha de quinze anos com problemas de deformação. Esperei o sujeito sair da aula, sim isso mesmo o namorado da Clarice, e segui ele até num beco e soquei ele, na mochila eu levei uma serra de serrar ferro aquelas serrinhas de pedreiros sabe qual é né? Porque eu levei? HAHAHAHAHAAHAHAAAHAAHAHAHHAA. Não me faça rir né, pra serrar ferro que não é! Ele não queria confessar o que ele fez , mais quando viu pedaços de seu próprio corpo picado ele conto eu terminei cortando seu braços e sai. Nossa foi muito divertido.

Ta passou os tempos e fui expulso de novo e bla bla bla... Quando tinha meus 16 anos fui preso por ter matado seis pessoas, a policia me achou num quarto podre e destruído aonde eu convivia com ratos e baratas. Um alivio. Na prisão foi um problema matei meus companheiros de quartos, os caros não me deixavam em paz, falavam em Deus e religião eu dei a eles o que eles queria o passa porte para o céu. Vão com Deus bando de Filho da puta.

Sai com vinte e dois anos, mais voltei oito meses depois por mais uma morte. Merda me pegaram no flagrante eu serrando o saco do cara. Tudo bem menos mal eu já tinha matado mais de vinte pessoas durante esse tempo. HAHAHAHAHAHAHAHAH. Sei que eu sou foda e gosto do que faço.

Quando sai pela segunda vez fui ver minha mãe, ela tava cega e me deu a noticia que meu irmão tinha sido morto por amigos de um outro morto. Que eu matei. Hummmm parei pra pensar por minutos e conclui minha missão. Falei “ Deixa comigo mamãe isso não vai ficar assim “ ela me deu muitos conselhos e eu sai ignorando todos. Bom pra resumi eu fiz uma chacina, matei, cortei, piquei e mói...

Lá estava eu no bar bebendo, adoro esse bar, as mulheres dançando semi-nuas e algumas nuas. Faço muito fiado aqui e nem me cobraram, não sei se é medo ou porque ninguém nunca mais roubou ou desrespeitou as garotas quando comecei a frequentar o bar, devo ser muito foda mesmo. Passou os dias e tinha algo me desanimando acho que era falta de uma garota, pra falar a verdade eu nunca tive uma, nem pagando, sou muito feio. Mais os tempos mudaram...

No meu quarto escuro e podre, sabe como é né alem de ser barato serve de esconderijo. Mais numa noite uma mulher bate na porta pensei que era a policia mais não, era Clarice, uma voz linda, uma mulher maravilhosa que parecia um anjo, ela deu pra mim a melhor noite de toda a minha vida. Quando acordei, nossa a ressaca tava brava eu bebi muito mais que ela, mas ao olhar para o lado vi que ela estava morta na verdade eu não vi eu senti pelo seu pulso e por uma seringa que estava no seu pescoço na boa não dava pra ver não tinha sangue e parecia aqueles filmes aonde o ator não se move. Bom a porta aberta e tinha marcas de sapatos sujos da lama que tinha lá fora. A policia estava vindo, alguém deve ter pago pra me incriminar, esse era meu único pensamento, mais quem será?

A policia estava batendo na porta, não fui discreto e muito menos piedoso apenas explodi a porta e sai atirando em todos e pulei pelas escadas e escapei numa boa! Não havia lugar melhor pra procurar do que nos bares da cidade. Fui para meu bar favorito e a procura de um cabeludo e achei deu umas porra fiz ele se mijar e mandei ele avisar que eu ia beber em todos bar e chorar a morte de uma prostituta chamada Clarice.

A pois umas duas horas que eu mandei o cabeludo avisar por ai aparece dois sujeitos me coloraram armas nas costas e mandaram eu sai falando que ia me matar, eram matadores de aluguel, adoro matadores de aluguel, a gente mata eles sem culpa alguma HAHAHAHAHAHAAH. Me bateram um pouco até eu corta o pescoço de um e de tirar a arma do bonzão que me batia, deu um tiro em cada perna dele e esperei ele me conta, na verdade ele não queria me conta mais quando viu os dedos de seu pé no seu colo a pois acorda de uma surra ele me conto, deve ter se assustado em segurar seus própios dedos HAHAHAHAHAHAHA, ele falou que o padre tinha mandado ele.

Bom peguei meu carro roubado e arrastei o rosto dele pelo asfalto em quanto eu andava até a igreja e deixei ele cair no meio do caminho. Na igreja eu estava no confessionário, e falei pro padre que estava com as mãos cheio de sangue por que tinha matado duas pessoas e que me falaram dele, na hora ele confessou e falou de um sitio e que o bispo tava envolvido. Ok! Lá vai eu pro sitio no meio do caminho parei num bar beber um pouco, quando desci do carro um outro carro me atropela e atira em mim, parecia ser Clarice mais ela estava morta, assim me atropela de novo e continuava a atirar!

Um dos tiro acerta em mim, eu pulei a janela do apartamento de Luiza, nossa ela tava pelada, veio me atende e me deu remédios e curou meu machucado, pena ela ser lésbica, a namorada dela é psicóloga e tentou me ajudar mais ela ficou quase que biruta e queria largar até o trabalho dela, olha que pensou até em suicídio, só porque eu era o paciente dela, devo mesmo ter dado trabalho. HAHAHAHAAHAHAHAHAAHAHAHA. Bom a pois ter sido curado fui para o sitio que o padre me falou antes parei para beber, bebida com remédio sei que não era bom mais acho que não precisava mais do remédio. Ok! Fui para o sitio e chegando lá dei de cara com um lobo muito raivoso e dei umas porrada derrubando o lobo, eu sou muito forte, com um soco derrubo um touro numa boa. Bom entrei e fui pego por um rapaz muito rápido que me acertou e me derrubou e me desmaiou com uma marreta, nunca vi ninguém tão rápido. Lá estava eu numa sala com minha advogada Luiza, ela chorava e berrava muito e me contou que o carinha fez ela ver ele comendo a mão dela com a própia boca, ela me conta que ele ria na hora que “lanchou” a mão dela. Me mostrou na parede quinze cabeças de mulheres todas serviram de alimento para ele.

Ok! Eu com minha força consegui arrancar a janela ao sair a policia chegou, minha advogada me deu uma paulada e sai em direção a policia falando que era só minha advogada e morreu fuzilada pelo policial, eu me lembro que na hora eu pensei “eu nasci no século errado, eu era pra ter nascido nos tempos dos gladiarores, nas arenas, mortes e machados” pensei apois olhar um machado o mesmo serviu pra eu decapitar seis policias e fugir! Já era um dos homens mais perseguidos da cidade ou quem sabe do mundo!

Voltei ao sitio e achei o rapaz!!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAH. Segredo o que eu fiz com ele!

Fui achar um bar pra beber, mais fui pego pela Clarice, acordo apanhando dela e de mais umas dez garotas mais só ela me batia e eu ria muito só ria. Ela me explicou que era irmã gêmea da Clarice, e eu expliquei tudo que eu estava me vingando por ela, ela acreditou e todas as mulheres ficaram surpreendidas quando viram que eu me levantentei e qua não estava amarrado e poderia ter saído a qualquer momento. Me perguntaram porque eu não sai antes, ai eu falei que não bato em mulheres HAHAHAHAHAHAHAHA. Sério, incrível essas mulheres, eu pedi uma carona para a irmã da Clarice e ao chegar na casa do bispo levando a cabeça do rapaz que era rápido aquele que eu falei antes e tal. Clarice queria muito ir junto e me deu um beijo eu dei um soco nela e escondi ela e o carro eu entrei na mansão do bispo e tive que matar cinco policiais que estavam de segurança quando cheguei no quarto do bispo eu soltei a cabeça do rapaz em cima de uma bíblia e falei pro bispo que a hora dele chegou e ele perguntou se eu ia me diverti com isso eu falei que não que era normal mais o divertido seria o que eu ia fazer antes da morte dele, ai sim ia ser uma diversão, eu tinha uma alicate e uma serra de serrar ferro HAHAAHAHAHAAHAAHAH. Ele já tava morto mais bem na hora chega a policia e pode contar mais de cem policias e fui pego. Fui condenado a cadeira elétrica num passe que o Brasil me mandou para o E.U.A aonde fui acusado de matar muita gente lá HAHAAHAHAHAHAHAH não sei como descobriram mais os cara são bons, falta um dia para eu ir para a cadeira elétrica. Ai recebo uma visita, você a irmã gêmea de Clarice.

Agora estou aqui contado pra você toda a minha vida! Seus olhos estão diferente!




“A morte de Vibe na cadeira elétrica foi difícil ele ria muito e na primeira tentativa ele falava que os policias eram fracos e xingava eles, na segunda tentativa ele tenta se sair da cadeira e na terceira apois bastante tempo ele morre, assim assustando todos que estavam ali presente algo jamais visto. Muitos falavam que uma voz grossa estava rindo e não era a dele mais outros falaram que era o momento e que isso não tinha nada a haver.”


Voltei! Olha eu aqui e ainda com o mesmo senso de humor... Na minha visita antes da morte eu comi um bife, batata frita e tomei cerveja... E fumei um cigarro. A irmã de Clarice me falou mais ou menos assim:

- Vamos fazer um pacto, você me da sua alma e eu te faço ressuscitar para terra em poucos dias. O que me diz? Vou fazer você ressuscitar do inferno, você já é um demônio assim como eu... E ai aceita?

Eu digo a ela:
- Sim.

A gente se beijou e tivemos uma noite de amor maravilhosa, uma segunda vez inesquecível. Até que morrer pra mim teve um lado bom, isso agora. No inferno eu sofri muito nesse pouco tempo eu vi o que é sofrimento, fui puxado pra dentro das terras do inferno, a dor estava por todo o meu corpo. Em minha mente, meu Nome Verdadeiro ecoa sem parar, e imagens distorcidas e macabras da minha vida surgem e desaparecem sem parar. Meu espírito absorve toda a energia profana que o solo infernal me oferece. Aos gritos, eu vou tomando forma e renascendo. Uma nova criatura das trevas nasce...



AUTOR: Eduardo Teixeira

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

BG/ Background - VAMPIROS CAMARILLAS: Ma Rajal



Nome: Ma rajal
-Idade: 21
-Família :em óbito
-Raça: Vampiros Camarillas
-Clã: Brujah
-Idade Aproximada:105 anos
-Idade Aparente: 21 anos
-Sexo: Feminino
-Tipo físico:traços indigenas, cicatriz na coxa esquerda

-Traço de comportamento: normalmente calma, imprevisivel quando sob pressão
-Qualidade : escuta e vê de longa distancia , nunca desiste de seus objetivos, fiel aos que ama e considera
-Defeitos: vingativa, não possue reflexo,
-Objetivo: proteger aos seus
-Habilidades: Alto poder de sedução, controle sobre animais daninhos e noturnos, controle mental (telepatia, atração, sonhos)
-Fraquezas: luz do sol, estacas de ferro ou d madeira, solo sagrado, simbolo religioso e fogo.



Histórico do personagem :

1905 -Uma pequena tribo indígena comemora o nascimento de uma garotinha de olhar curioso e inquieto, ao ve-la seu pai logo exclamou "Sami" (olhar curioso) esse sera seu nome. A tribo encontrava-se em um momento muito difícil, beirando o fim. Doenças, invasões, queimadas, entre outros, significava um futuro duvidoso.
Passaram-se tres anos de grandes batalhas pela sobrevivência ate que numa tarde sombria, um ataque inesperado disseminou quase que por completo os índios naquele local, restando apenas 3 crianças que foram escondidas por seus pais antes de morrer, entre elas a pequena Sami. Por dias perdidas na mata a procura de alimento e abrigo, uma das crianças morreu, depois a outra e quando a pequena Sami ja estava sem forças a ponto de entregar-se como que por um milagre ouve vozes e logo diante de si aparece algumas pessoas que exploravam o local, entre eles havia um casal sem filhos que logo se afeiçoou a indiazinha.
A indiazinha foi levada e adotada pela família, mudaram seu nome para Ma e ganhou o sobrenome da família Rajal, tornou-se uma bela moça, educada, instruída, tranqüila. Sua vida era muito boa ate que certo dia sua casa é invadida durante a madrugada, cinco pessoas encapuzadas fazem a família refém, amarram a todos e torturam o pai adotivo até a morte diante dos olhos da família. Uma furia inexplicável toma conta de Ma que consegue se desamarrar e sem a menor noção do perigo parte pra cima dos invasores. É rendida e ferida com um punhal na coxa esquerda, o punhal é deixado e esta o guarda, pois em sua mente mais tarde o usaria.
Alguns meses depois sua mãe vem a falecer de tristeza pela morte do marido.
Agora sem nada mais a perder, Ma rajal parte em busca daqueles que mataram seu pai adotivo, logo descobre que fazem parte de uma facção criminosa, sem medir as conseqüências traça emboscadas nada elaboradas, mas por sorte consegue matar 2 dos assassinos. Dias mais tarde, depara-se inesperadamente com o terceiro assassino, sem pensar duas vezes puxa o punhal e o golpeia por algumas vezes, este ainda encontra forças para ataca-la ferindo-a ate que Ma rajal o golpeia fatalmente. A dor dos ferimentos em Ma rajal era tão fortes que esta caiu sangrando sem forças quando derrepente uma neblina densa toma conta da cidade, em meio a estranha neblina surge Lundrowich, um brujah que aterrorizava a cidade, atraído e enlouquecido pelo cheiro que o sangue exalava, este crava seus caninos na bela moça que desmaia e ele some em meio a neblina. Horas mais tarde desperta, olha ao redor, percebe que esta num castelo, vê diante de si a figura de um homem de aparência magnífica (Felipe Clarity) que lhe havia socorrido. Felipe, um ventrue absolutamente encantador, com seu poder de sedução desperta uma paixão incrível em Ma rajal, ensina algumas particularidades sobre os vampiros e convence-a a ficar em Mw. Firmam pacto e assim começa uma nova etapa onde um mundo ainda bastante desconhecido começa a se abrir diante de si.





AUTORA:Marta junqueira
Nome do personagem: Ma rajal



AGRADEÇO A MINHA AMIGA POR TER COMPARTILHADO SEU BG COM OS RPGistas DO BRASIL INTEIRO.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Military Base-Mission:17 - Os 1a F.T.M. - M:17




”Largue isso. Eu não quero ouvir a história da sua vida, e não me importo nem um pouco com o que a sociedade fez com você. Eu só quero ver esta arma no chão AGORA, antes que eu te abra uma narina extra.”


Na Era da missão:17, uma força militar coesa era tudo o que o governo possuia para manterem-se livres da falha da missão:16. Um exército poderoso com armas incriveis e inigualáveis, pois através deles seriam capazes de conquistarem a cidade e manter e destruir a falha da missão:16.


Nestes tempos difíceis, onde CyberRats se tornou algo tão banal quanto escovar os dentes, e uma população armada vive em eterno clima de guerra.

Nos velhos tempos, a escória das ruas atirava nos policiais. Hoje em dia, eles terão sorte se levarem apenas um tiro: Os CyberRats fazem um AR-15 parecer brinquedo de criança. Mas é pra isso que eles estão lá - para pegar os piores setores, aonde soldado comum não vai, onde o melhor que pode aparecer é um psicopata saindo do esgoto disparando tiros. Prédios queimados, carros abandonados e restos de casas comerciais fazem sua trincheira habitual. Ou há aqueles que acabam no agindo sozinhos, indo caçar aqueles que eles acham suspeito, talvez aquele senhor seja suspeito , ou talvez aquela moça cheio de sangue pelo corpo poderia ter feito algo de errado. Mas não importa muito: seja qual for o preço a pagar pela manutenção da lei em suas terras - em balas ou em sangue - ele têm o bastante.

Em todas as guerras, sempre há aqueles que se destacam dos simples soldados, aqueles que com seus feitos e atos mudam o destino de muitos, e estes estão destinados a serem reverenciados pela história. Aí entra 1a F.T.M. - M:17!







Autor: Eduardo Teixeira

Military Base-Mission:17 - Os CyberRats M:16


Vindo de uma experiência, grandes sábios da CyberTecnologia, soldados poderosos com grande poder de fogo e força em um só corpo... Ex-humanos e agora Maquinas, muitos mais maquinas do que humanos e outros pouco se vê a sua parte Cyber. Porque eles? Agora se revoltam com o mundo em sua volta, e lutam para sobreviver.

Aqui a sobrevivência requer um tipo especial de pessoa: duro, esperto,mau, sujo... e com um pouco de sorte. Tudo aqui é ação e reação. Fique parado e o mundo passa por você — ou sobre você — ou o devora no almoço. Confiança? Confiança é para os tolos.
Qualquer um é capaz de esfaqueá-lo por meia dúzia de cervejas ou por um almoço.
É preciso ser rápido. Há negócios a realizar e coisas a fazer. Se você estiver numa boa pela cidade, pode apostar que haverá um bando soldados da "1a F.T.M. - M:17" prontos a deixá-lo sangrando na sarjeta. Bem vindo à fronteira aonde terá que superar todos seus limites, esse é o mundo dos CyberRats M: 16.


”No meio da cidade, eu não estava me importando tanto - nós estávamos aproveitando nossa batalha contra o exercito M:17, e o cyberbraço novo se pagou nos dois primeiros tiroteios. Assim me levaram para o esgoto , e quando eu acordei, estava sem minhas pernas. Eles me deram duas opções: ser um aleijado numa cadeira de rodas, ou ter duas pernas novas e uma nova missão. Como você pode ver, eu escolhi a segunda…”

>>> Lutar é que eles melhor sabem fazer, estes samurais urbanos modernos são assassinos de aluguel natos, matadores, estrategistas, fortes, muitos com habiliadedes que um humanos não poderá ter, antigos soldados que se tornaram maquinas impiedosas.<<<

Renascido com uma arma na mão, os CyberRats cumpre os papéis de matador, saqueadores, mercenário… A elite das máquinas de guerra no mundo da tecnologia. Quase todos tiveram alguma experiência militar, sendo cobertos gradualmente por medalhas. É uma boa vida, mas com um preço alto: seus reflexos assassinos são tão altos que você tem que se conter para não perder o controle de uma hora para outra, os anos consumindo drogas de combate o deixam tão viciado que você não é capaz de confiar em ninguém - especialmente na sua mãe.









Autor: Eduardo Teixeira

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Military Base-Mission:17

((Essa cronica é em especial para: Hiryu Moonwall e Akina Mhia, Donos de uma ilha de RPG da qual estou postando as Cronicas aqui no Blog. Bom essa ilha é super show e com uma história boa, meio Cyberpunk misturado com exercito e outros. Boa leitura!))





O dia estava calmo na cidade, pessoas andavam normalmente. Cientistas do governo terminavam a missão:16, a maior missão que o governo já teve em suas mãos. Algumas semanas após confirma que tudo estava seguro começaram a finalizar a missão e um exercito Cyber estava montado e outros soldados estavam pra vir,trazendo ao mundo a cybertecnologia, tudo estava ocorrendo perfeitamente... Porém não esperavam os resultados catastróficos...

[Via radio (Soldado)] - Senhor !! Eles são muitos!! creio que não vamos conseguir mas o que !? *Tiros e gritos davam para serem escutados do radio Haaa ha...ha..ha..ha...ha! Ofegante *

[Estação de Controle (Comandante)] - O que houve soldado ? depois de alguns chiados e nada. Me responda soldado !! *Arrgh!*

Nada mais era escutado e o radio não funcionava mais, o comandante irritado colocava sua cabeça sobre a mesa e se sentava na cadeira, a situação estava grave, a estação de controle não tinha mais informações sobre os soldados, um exercito especial de resgate e destruição teria de ser mandado para lá o quanto antes.

Comandante: - Quero que envie o exercito especial do governo e coloquem de pé a missão:17. Quero a cidade fechada e cercada!!!!!

Um soldado próximo então ficava com a mão na cabeça e esperava as ordens do Comandante

Soldado: - Sim senhor!

O soldado saira dali levando a informação consigo mesmo e o Comandante esfregava a cabeça retirando seu chapéu.

Comandante: - Muitos problemas estão por vir ainda...


A partir deste dia a cidade estava sobre o caos total, a missão:17 foi enviada para destruir a missão:16 e cuidar da cidade e dos moradores. A missão: 16 terão que sobreviver e lutar com todas as forças.


Se o seu cérebro fosse colocado dentro de um corpo mecânico, você ainda seria humano? Se você acha que não, onde está a linha divisória? Os personagens das campanhas "Military Base-Missão:17" terão que estar preparados e aptos a lidar com a tecnologia em todos os níveis, de uma garrafa de cerveja quebrada a um traje de combate militar. O segundo elemento encontrado na maior parte das obras do jogo é o confronto entre M:16 vs M:17. A cidade é dividida em dois grupos militares, com um imenso abismo entre eles.



Bem vindo à fronteira... e cuidado com seu próximo passo!






Autor: Eduardo Teixeira

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O técnico Cybercirugião, Um Deus da cybertecnologia - O conto


Um medico obscuro, nada que ele não posso curar no corpo humano mais nada que ele não possa arrumar , colocar um braço novo só que com uma nano espada , pernas novas que fazer andar como se fosse uma moto e assim por diante. Sempre em paz com a vida leva sua vida sem preocupações e seu trabalha é feito super bem e direitinho.
Um medico contratado para fazer paradas de bairro em bairro leva seus clientes a qualquer lugar para curar seu corpo tanto fisicamente como cybertecnicamente.Maneja as armas de fogo para se livrar das possíveis ameaças das criaturas , tendo um grande quantidade de armas a sua disposição. Passou a sua vida inteira na estrada a levar clientes para todos os cantos e desenvolvendo a mistura de homem e maquina. Jamais se preocupou com nada além da cidade mais próxima e do próximo cliente que tinha de pegar. Aprendeu muito com seus clientes de todos os tipos e costuma tocar violão para seus clientes como forma de entretelos. Além disso, aprendeu um pouco do manejo de espadas com seu parceiro e sabe empunhar uma arma de fogo com certa maestria. Se viu em meio a cidade cheia de pedaços dos seus antigos clientes que foram mortos durante um breve ataque de criaturas na cidade. Ele acostou ao pé da cidade para resolver alguns problemas com outro cliente que morava ali perto. Seu veiculo foi invadido pelos morto-vivos e destruído. Sua única opção foi adentrar na cidade para ter seu dinheiro de volta pelo seu meio de vida que era seu único pertence. Sua tecnologia medica. Assim se viu obrigado a ficar na quela região, vivendo lutando em uma cidade estranha, grande, má e dominada por forças incompreensíveis.




AUTOR: Eduardo Teixeira

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A primeira das novas noites



notório o comportamento de certos indivíduos quando se vêem em um local novo, onde não conhecem ninguém. Provavelmente você, leitor, já deve ter sentido isso alguma vez quando na época de escola, teve que mudar de sala, ou chegou a uma escola nova. Ou ainda, quando chegou a um lugar que nunca tinha ido antes e não conhecia ninguém. O que é notório foi de como esses vampiros reagiram ao desconhecer tudo a seu redor...

Depois de muitas horas de caminhada pesada, chegam a um novo local (A chamada Nova Lendas Urbanas) os vampiros leidiane Daxter, Fabinho Neox e wandinho Blackheart. Eles não se lembravam de como haviam chegado ali, só se lembravam de que os três estavam juntos naquela aventura de desvendar novos locais.

Eles não se sentiam bem , ainda. A necessidade por sangue mais aguda ainda era um sintoma do vírus que carregavam. Mesmo que ele estivesse ficado para trás, na antiga cidade, demoraria ainda algumas noites para que tudo voltasse ao perfeito estado de morte natural, e os vampiros pudessem o manipular o sangue com a perícia e sutileza que desde que se entendem por mortos-vivos, faziam.

Depois de se indagarem sobre onde estariam, num sentimento de “uma lavagem cerebral em mim”, eles partem para a praça, sentindo certas afinidades entre si, afinal de contas, os três eram vampiros. Wandinho olha ao redor e vê um prédio abandonado. Ele parte para o interior e é acompanhado pela linda aparente jovem leidiane Daxter e o mal humorado e de personalidade forte, Fabinho Neox.

Wandinho conclui. Eles estavam dentro de um antigo necrotério, e ali iriam se estabelecer. O Seguidor de Set ainda tinha dúvidas sobre o local, sobre o aparecimento do seu grande medo: O sol. Sua decisão também é acompanhada pelos dois vampiros que com ele chegaram.

Eles vão adentrando cada vez mais o necrotério, e descobrem o terraço do prédio. Os vampiros admiram a vista, e logo saltam dali, partindo para a tarefa que mais gostavam, e que os permitia continua espalhando sangue inocente pelas ruas, agora novinhas, matar.
A noite naquele novo local prometia ser bem interessante. Interessante em certo ponto de vista. Na visão de quem seria morto sem piedade, aquilo não tinha nenhuma graça, porém na visão de quem mata, sempre fica um gostinho doce de quero mais.

Crônica por Alvim Magic

-- Participantes --

→ leidiane Daxter
→ Fabinho Neox
→ wandinho Blackheart




ENVIADO POR:
MEU GRANDE AMIGO: Wander Luis Simão Dutra
NOME DO PERSONAGEM: Wandinho Daxter